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Cumprindo suas promessas de Ano-Novo: como parar de adiar as coisas

Cumprindo suas promessas de Ano-Novo – parte 1: Como parar de adiar as coisas
Ana Carolina Prado 8 de janeiro de 2013
Vamos começar uma pequena série neste blog com algumas dicas – comprovadas pela ciência e recomendadas por especialistas – para ajudar você a cumprir aquelas promessas que listou no Ano-Novo. O primeiro objetivo será algo que, se não estiver na lista da maior parte das pessoas, pelo menos vai ajudá-las a cumprir outras promessas: parar de adiar as coisas – ou, para ser mais exata, acabar com a procrastinação.
“Tabulando inúmeras pesquisas, cerca de 95% pessoas admitem adiar as coisas, com cerca de 25% delas indicando que essa é uma característica crônica, definidora de sua personalidade”, diz o pesquisador Piers Steel, um dos mais famosos especialistas no tema, em seu livro “A equação de deixar para depois”. Para esse trabalho, ele analisou mais de 800 artigos científicos sobre a procrastinação e desenvolveu sua própria pesquisa, o que o ajudou a chegar tanto ao motivo por que adiamos as coisas quanto a métodos que podemos usar para diminuir esse hábito.
No geral, existe um fator que ajuda a explicar por que fazemos isso. Há quem acredite que tem a ver com o perfeccionismo: a pessoa, ansiosa demais em tentar fazer um trabalho perfeito, acabaria protelando indefinidamente achando que, em outra ocasião, teria condições mais adequadas para realizá-lo. Embora possa confortar os procrastinadores (afinal, o perfeccionismo é muitas vezes uma daquelas características que as pessoas adoram usar quando perguntam qual o seu maior ‘defeito’), isso não é verdade.
Dos milhares de procrastinadores já estudados, apenas um grupo ínfimo mostrou ser perfeccionista. Na verdade, o psicólogo e terapeuta Robert Slaney, criador de uma escala para medir o perfeccionismo, descobriu que essas pessoas tinham menos probabilidade de adiar do que os não-perfeccionistas, e não mais. Por que é que eles levaram a fama, então? Segundo Steel, é simples: os perfeccionistas que adiam as coisas têm mais probabilidade de procurar a ajuda de um terapeuta (já que se tendem a se sentir pior com os efeitos dos atrasos) e, assim, acabam aparecendo mais vezes nas pesquisas clínicas sobre adiamentos. Já os proteladores não perfeccionistas são menos propensos a procurar ajuda profissional.
Ok, mas se a razão não é o perfeccionismo, qual seria, então? Piers Steel responde:
“Trinta anos de estudos e centenas de pesquisas isolaram várias características de personalidade que servem para prever protelações, mas uma delas de destaca (…): aimpulsividade, isto é, viver impacientemente o momento e querer tudo de imediato. Demonstrar autocontrole ou adiar uma recompensa é difícil para as pessoas impulsivas.”
Algumas tarefas causam ansiedade em todo mundo, mas a impulsividade influencia muito a forma como cada um de nós lida com isso. Ela geralmente faz os menos impulsivos quererem começar logo o projeto em questão. Já para os mais impulsivos pode ocorrer o oposto e eles acabam caindo na procrastinação.
“Os impulsivos tentam evitar temporariamente uma tarefa que gera ansiedade ou tirá-la da consciência, uma tática que é absolutamente perfeita, se você pensar no curto prazo. Além disso, a impulsividade faz com que os proteladores sejam desorganizados e distraídos ou (…) os faz sofrer de pouco controle sobre os impulsos, falta de persistência, falta de disciplina no trabalho, incapacidade de gerenciar bem o tempo e incapacidade de trabalhar metodicamente. Em outras palavras, acham difícil planejar seu trabalho antes da hora, e mesmo depois que começam, se distraem facilmente.”
O otimismo excessivo é outro fator que ajuda a atrapalhar sua vida. Ele pode levar à “falácia do planejamento”, que é quando as pessoas calculam mal o tempo que levarão para executar uma tarefa – e, assim, atrasam o seu início. É como quando você diz “posso escrever meu relatório em meia hora, então não preciso começar tão cedo” e acaba descobrindo, dez minutos antes do prazo acabar, que a coisa é bem mais demorada do que você imaginou.
E aí, se identificou? Então, agora que você entendeu um pouco melhor as causas do problema,  vamos às dicas para que consiga vencê-lo. Papel e caneta na mão:
Determine o que pode dar errado e distraí-lo no caminho para o seu objetivo e tome medidas para evitar essas coisas. Por exemplo, se seu problema for ficar no Facebook, desligue seu smartphone para não receber notificações e nem abra o site até terminar seu trabalho. Ou, se puder, desligue a sua conexão com a internet.
Faça uma lista das maneiras como você normalmente adia as coisas e pregue-a em seu local de trabalho.
Admita que você é viciado em atrasos. Faça uma pausa para refletir sobre quantas vezes já adiou os seus planos e entrou numa enrascada por causa disso. Comece a fazer um registro diário para monitorar esse hábito.
Admita que você vai tentar se enganar de novo, pensando coisas como “vou checar o Facebook antes de terminar meu trabalho, mas vai ser só mais desta vez”. Isso vai acontecer muuuitas vezes, ainda. Tente não se deixar enganar.
Aceite o fato de que o primeiro atraso permite que você justifique todos os seguintes. Fazendo isso, você vai ter muito menos chance de dar o primeiro passo.
Tire tempo para reconhecer e recompensar seu progresso. Faça uma lista das recompensas que pode se dar, como comprar aquele game que tanto queria, uma roupa nova ou uma cerveja com os amigos.
Reserve um tempo para o lazer. Ninguém consegue passar 100% do tempo trabalhando – ter um tempo para fazer as coisas de que se gosta é essencial. Assim, satisfaça suas necessidades antes que elas se tornem intensas demais e o distraiam de seu trabalho. Só saiba equilibrar bem o tempo.
Ao se confrontar com tentações que o distraiam, concentre-se em aspectos que as façam menos atraentes. Por exemplo, se bateu aquela vontade de comer aquela torta de chocolate, pense nela como uma simples mistura de gordura e açúcar.
Quando possível, separe bem seu lugar de trabalho e o de lazer – e deixe o espaço de trabalho o maisorganizado possível para evitar distrações. Se quiser, decore-o com mensagens ou imagens que façam você se lembrar de seus objetivos e de por que está trabalhando.
E, o mais importante (é, deixamos o melhor para o final): estabeleça metas precisas, de modo que você saiba exatamente quando terá de atingi-las e o que terá de fazer para isso. Por exemplo, em vez de dizer “Vou fazer meu relatório de despesas”, sua meta precisa ser “Juntar todos os meus recibos, agrupá-los e registrá-los até amanhã, na hora do almoço”. Viu a diferença? Quando o objetivo for complexo, divida-o em pequenas metas de curto prazo que o ajude a chegar lá.
Estabeleça rotinas e inclua suas metas aí.A rotina é sua amiga e o ajudará a criar bons hábitos, se você se permitir. Assim, abra a sua agenda e marque as tarefas que terá sempre de realizar.
Que outras promessas de Ano-Novo você fez?

Por que picada de pernilongo coça?

A coceira é fruto de uma reação alérgica e de defesa do nosso organismo contra a picada do danado do inseto. Quando um pernilongo nos pica, um pouco de sua saliva, contendo anestésicos, anticoagulantes e outras substâncias, é injetada em nossa pele. Imediatamente, nosso sistema imunológico entra em ação e células “sentinelas” chamadas mastócitos liberam histamina e outros agentes de defesa para combater a invasão. A histamina eleva a circulação de sangue no local, o que deixa a pele vermelha e inchada, mas também aumenta a presença de células protetoras no local. Só que um efeito desagradável da histamina é a coceira. O pior é que, ao coçar a feridinha, a pessoa pode infeccionar o local com bactérias presentes nas unhas. “Quando a reação alérgica é muito intensa, a pessoa deve tomar um anti-histamínico para o corpo parar de liberar histamina”, diz a dermatologista paulista Márcia Purceli. Algumas pessoas têm mais suscetibilidade à picada de pernilongo do que outras. “O grau de coceira vai depender do sistema imune de cada um. Tem gente que nem sente coceira”, diz o bioquímico Almério de Castro Gomes, da Faculdade de Saúde Pública da USP.

Os 10 melhores filmes de 2012 segundo A Revista Superinteressante

Quem gosta de verdade de cinema gosta de qualquer tipo de filme e não escolhe ver só os blockbusters que estão bombando na temporada, só os indicados ao Oscar ou só os filmes cults que saíram bem falados dos festivais. Portanto, uma lista de melhores do ano tem que ser abrangente. Heróis poderosos, viagens no tempo, perseguições de carro, casais apaixonados e até ele, o próprio Cinema, foram os protagonistas de 2012. Se você perdeu algum dos filmes a seguir, anote e corra atrás!
10. Os Vingadores
A trilogia Batman foi encerrada com dignidade com “O Cavaleiro das Trevas Ressurge” e ainda tivemos a grata surpresa “Poder Sem Limites” este ano, mas não dá para negar que os heróis mais poderosos da Terra foram o grande destaque dos filmes de super-herói. O diretor e roteirista Joss Whedon provavelmente levou aos cinemas todos os fãs de HQ do mundo, marvetes ou decenautas, e realizou o sonho de vermos Homem de Ferro, Capitão América, Thor e Hulk na mesma tela. “Os Vingadores” não é uma obra-prima, mas é o filme mais divertido da Marvel até agora. Sem fugir muito, vale ainda a menção a “Os Mercenários 2”, que, afinal de contas, também reúne os heróis da infância de muita gente, agora com direito a Van Damme e Chuck Norris.
9. As Aventuras de Tintim
Steven Spielberg já é um cineasta veterano, então, é ótimo vê-lo explorar pela primeira vez o universo da animação computadorizada e tridimensional, levando para as telas o personagem criado pelo ilustrador e quadrinhista belga Hergé. “Tintim” é uma superprodução experimental e seu grande mérito é o avanço que faz na tecnologia de animação por captura de movimentos. A qualidade das texturas da pele e das roupas dos personagens, bem como seus movimentos, é um espetáculo à parte. E a condução da história é primorosa, com direito a uma cena de perseguição de tirar o fôlego no Marrocos. Não deve nada a “Indiana Jones”.
8. Drive
Pode parecer a princípio, mas “Drive” não é um filme revisionista ou saudosista. A memória dos anos 70 que ele resgata está na forma com que o diretor dinamarquês Nicolas Winding Refn combina o estilo elegante e a brutalidade de filmes como “Os Implacáveis”, de Sam Peckinpah, e “Operação França”, de William Friedkin, com o bom uso da trilha sonora, que remonta ao som eletrônico dos sintetizadores dos anos 80. Também pode parecer que é um sub-Tarantino, mas Refn consegue impor um estilo próprio, ainda que o piloto-dublê vivido por Ryan Gosling, praticamente um cowboy renegado, seja um personagem típico dos filmes do diretor de “Pulp Fiction”, “Kill Bill” e “Bastardos Inglórios”.
7. Looper – Assassinos do Futuro
Rian Johnson não é um diretor novato, mas esta foi a primeira vez que ele se apresentou ao grande público. E que apresentação! Com um elenco excelente, encabeçado por Joseph Gordon-Levitt e Bruce Willis, “Looper” é uma ficção-científica inteligente, que sabe explorar e brincar com o conceito da viagem no tempo, e é também um filme de ação eficiente que ainda ganha uma surpreendente atmosfera de horror. “Looper” supre, como poucos, a carência de originalidade que predomina em Hollywood.
6. Ted
Um filme em que Mark Wahlberg divide o mesmo teto com um ursinho de pelúcia que tem vida própria, fala palavrões e usa drogas é exatamente o que se espera de Seth MacFarlane, o criador da série animada “Uma Família da Pesada”. Apostando no humor politicamente incorreto, “Ted” é a versão radical e debochada das comédias de Judd Apatow (“O Virgem de 40 Anos”, “Ligeiramente Grávidos”), falando do desapego da infância/adolescência que muito marmanjo tem dificuldade de praticar.
5. 007 – Operação Skyfall
No ano em que James Bond completou 50 anos no cinema, o espião com licença para matar ganhou um filme que segue o novo caminho da franquia, trilhado a partir de “Cassino Royale”, e, ao mesmo tempo, remonta aos clássicos da série, com direito a várias referências para os fãs. Não só isso: o diretor Sam Mendes (“Beleza Americana”, “Estrada Para Perdição”, “Foi Apenas um Sonho”) surpreende com um ótimo trabalho no comando das cenas de ação, e o Bond de Daniel Craig ainda ganha um vilão poderoso na forma do irmão-espião bastardo, vivido por Javier Bardem.
4. Moonrise Kingdom
O amor não tem idade, mas temos que começar em algum momento. Em “Moonrise Kingdom”, Wes Anderson mais uma vez lança mão de seu estilo extravagante e de sua trupe, agora para narrar o romance juvenil entre um impetuoso escoteiro e uma garota introspectiva e emotivamente complexa, membros das típicas famílias disfuncionais dos filmes do diretor. É um filme doce, com aura de fábula, que fala sobre descobertas e sentimentos que surgem durante a maior aventura que se pode viver naquela idade: apaixonar-se.
3. O Artista
O vencedor do Oscar não é uma desculpa para fazer um filme à moda antiga nos dias de hoje. A graça toda do filme é que o diretor Michel Hazanavicius não está só emulando o cinema mudo. Ao mesmo tempo em que é uma homenagem, “O Artista” é um comentário sobre a troca de tecnologias e a sobreposição do mais novo sobre o consagrado pela indústria cinematográfica. O que serve à transição do filme mudo para o filme falado, cabe ao preto-e-branco para o colorido, à película para o digital, ao 2D para o 3D. Parece filme antigo, mas é atualíssimo.
2. A Invenção de Hugo Cabret
O cinema é a arte da memória e com “Hugo” o mestre Martin Scorsese nos fala que cinema é também a arte do tempo. Demonstra isso através de um caso verídico: o do cineasta francês Georges Méliès, diretor do clássico “A Viagem à Lua”, precursor do cinema narrativo e do uso de efeitos especiais, que durante muito tempo foi relegado ao esquecimento. Este é o primeiro filme 3D de Scorsese e ele dá um novo sentido ao uso da tecnologia que, desde “Avatar”, não tinha um representante realmente bom. É um filme que nos permite enxergar “dentro” da tela, e não apenas aponta ou joga objetos em nossa direção. Uma aula de Cinema, teórica para o público e prática para o diretor.
1. Holy Motors
“Holy Motors” não é um filme fácil. Aliás, nenhum filme deveria ter a intenção de ser fácil. O diretor Leos Carax criou uma fábula surrealista, daquelas em que o espectador é deixado com muitas dúvidas e praticamente nenhuma resposta. O jogo aqui não é distinguir realidade de ficção, mas ficção de ficção. E é durante a série de metamorfoses a que o ator Denis Lavant é submetido que o filme se desenvolve como uma espécie de compêndio sobre a arte e a necessidade de representar e interpretar, seja na tela de cinema ou fora dela. Uma pérola, no melhor sentido.
Bônus: O Hobbit – Uma Jornada Inesperada
Quase dez anos depois do encerramento da trilogia “O Senhor dos Anéis”, o retorno de Peter Jackson e dos fãs dos livros de J.R.R. Tolkien à Terra Média não causa o mesmo impacto de “A Sociedade do Anel” ou de suas duas continuações, por ser um filme repetitivo e que, sim, poderia muito bem ser mais curto. (Leia aqui a crítica da SUPER)  Ainda assim, é uma aventura que entretém e enche os olhos com seu design de produção muito bem acabado. Nesse último aspecto, é obrigatório ressaltar o ganho que a fotografia do filme tem na projeção em 3D. Já a versão 48 frames por segundo ou HFR (High Frame Rate, como alguns cinemas têm chamado) vale mais como curiosidade e como tentativa inicial de Hollywood na utilização desse formato. Como não estamos acostumados a ver um filme nessa velocidade, o estranhamento é inevitável, mas o fator diversão prevalece.

Fonte: Revista Superinteressante

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