6 fatores que abrem caminho para conquistar o emprego certo

Saiba como evitar transições fracassadas e veja o que levar em conta para encurtar a distância entre você e a posição certa para o seu momento de carreira.

homem-pensando-perto-outrosSão Paulo – O momento de recolocação no mercado de trabalho geralmente é acompanhado por certa tensão no ar. Embora não precise ser um trabalho full-time, como defende o consultor de carreira e diretor adjunto da Fuqua School of Business da Duke University, Steve Dalton, o caminho até a oportunidade profissional exige atenção e dedicação para não dar errado.

Como defendem os especialistas consultados por Exame.com, empreender uma transição “atrapalhada” que resulte em fracasso tem um custo alto. “Tanto para a empresa que contrata, como para o profissional”, explica Christiano de Oliveira, diretor da Fesa Curitiba.“Fazer duas transições erradas em um período de poucos meses dá uma sensação de fracasso maior do que esperar um pouco mais até recolocação”, diz Carlos Felicíssimo Ferreira, 4hunter.

Confira então as dicas destes dois especialistas do que você deve levar em conta para encurtar a distância entre você e o emprego certo:

1 Equilíbrio emocional

“O aspecto psicológico é o mais agressivo e o que mais massacra os profissionais”, lembra Ferreira. Ficar desesperado por não estar trabalhando só vai prejudicar quem está em busca de um novo emprego. Gerenciar emoções é o primeiro fator, de acordo com o headhunter.

“Ser demitido não é o fim do mundo, às vezes é até melhor para sua carreira porque tem muita gente que não está feliz no emprego, mas fica preso a ele porque tem conta para pagar”, diz. Fuja de pensamentos do tipo: “ninguém vai me ligar”, “ vou ter que aceitar uma proposta para ganhar menos”.

2 Currículo e networking

Faça uma revisão do seu currículo, atualize os dados, cheque a clareza de informações. Lembre-se de que cargos executivos pedem um currículo diferente, que mostre realizações e equipes lideradas, além das experiências relevantes.

“É muito importante agitar o mercado”, lembra Ferreira. Por isso, procure consultores, headhunteres, colegas de outros trabalhos e conhecidos. As pessoas precisam saber que você está disponível.

3 Consciência de como você vai se apresentar ao mercado

A maneira como você se apresenta vai fazer toda a diferença. “É pensar no discurso, em como mostrar as passagens da sua carreira de forma sólida e transparente”, diz Ferreira.

Para o diretor da Fesa de Curitiba, o executivo deve ter na ponta da língua os cenários que já viveu e quais os principais trabalhos que realizou em uma área, por exemplo.

Pratique a sua apresentação para não deslizar na hora de conversar com os consultores. Outro ponto importante é o salário. “Ele deve se preparar para negociar a sua remuneração”, lembra Ferreira.

4 Planejamento e organização

Planejar a sua rotina elaborando um roteiro é uma das dicas de Ferreira. “Dá fluxo e mais segurança”, diz o headhunter. Caso você não saiba por onde começar, pode experimentar seguir as sugestões do professor Steve Dalton e elaborar uma lista com potenciais empregadores e pessoas que você conhece que estão trabalhando para eles.

5 Capacidade de tomar decisões ancoradas no seu objetivo de carreira

A partir do seu background, quais os próximos passos que você imagina para a sua carreira? E os desafios que você deseja enfrentar? Na opinião de Oliveira, o profissional que chega para conversar com o headhunter com estas respostas tem grandes chances de se destacar.

“Tem que saber para onde ele quer levar a carreira dele e como ele pode emprestar suas competências para agregar valor naquele projeto”, explica. Ele lembra que você é um talento na medida em que se faz necessário para aquela posição ou projeto.

Ou seja, você precisa ter claro como poderá usar o seu pacote de competências daquela operação. Dessa foram você também mostra ao mercado que toma suas decisões com base na gestão que você faz da sua carreira e dos seus objetivos.

6 Atenção ao movimento do mercado

Ficar atento ao movimento do mercado, de olho em setores mais aquecidos e buscando cenários que permitam que você tenha um leque amplo de atuação também é um fator essencial, de acordo com Oliveira.

“É preparar-se para as oportunidades que surgem e que possibilitam que o executivo seja um talento no curto, médio e longo prazo”, diz o diretor da Fesa em Curitiba.

Fonte: Exame

Os pedidos mais bizarros já feitos por chefes a funcionários

Cortar as unhas do cachorro do chefe e assumir o papel de melhor amigo dele: veja quais as demandas mais bizarras já feitas por superiores segundo Careerbliss

 Miranda-PriestlySão Paulo – Miranda Prestly, do filme “O diabo veste Prada”, parece não ser a única chefe a fazer pedidos estranhos para seus funcionários. De acordo com a pesquisa do Career Bliss, um em cada quatro profissionais já tiveram que fazer alguma tarefa (a pedido do chefe) que não tinha nenhuma relação com a função que eles exerciam.

E, em alguns casos, o tipo de demanda está muito próximo do pedido que a personagem Miranda fez à assistente Amy: exigir que ela encontrasse, em algumas horas, os manuscritos do último livro da série Harry Potter – que ainda não haviam sido lançados, como mostra uma das cenas mais clássicas do longa.

Confira quais foram os pedidos mais estranhos já feitos por um chefe (na vida real), segundo o mapeamento do Career Bliss. Ao todo, 3,7 mil pessoas participaram da pesquisa.

Queima de arquivos O chefe pediu para o funcionário estar pronto para deletar todos os e-mails e arquivos do computador no momento do aviso [provavelmente, de demissão]

Barriga de aluguel  Em mais de uma investida, o/a chefe pediu para que a funcionária fosse mãe de aluguel para ele/ela

Espionagem corporativa O chefe pediu para um funcionário espionar um gestor sênior

Armas O chefe pediu para o funcionário comprar um rifle para ele. Depois, ele seria reembolsado.

Drogas ilícitas O chefe perguntou ao empregado se ele conhecia alguém que poderia ligá-lo a substâncias ilegais

Autopromoção terceirizada Um chefe pediu para o funcionário postar bons comentários sobre ele na internet. O problema? Os elogios eram falsos.

Lição de casa E se o seu chefe pedisse para você ajudar no dever de casa dos filhos dele? Pois um dos chefes mencionados na pesquisa pediu que o funcionário ajudasse num projeto da feira de ciências da filha dele

Assassinato terceirizado Que tal queimar o irmão do seu chefe? Pior: a pedido dele? Pois esta foi uma das requisições que apareceram no levantamento.

Funcionário banco E se seu chefe, que tem um salário maior que o seu, pedisse dinheiro emprestado? Para um dos participantes da pesquisa esta hipótese se tornou realidade: o chefe pediu 400 dólares emprestados para pagar um carro

Enfermaria Sabe os pontos remanescentes de uma cirurgia ou ferida profunda? Pois em vez de ir a um hospital, o chefe pediu que um empregado os tirasse para ele

Melhor amigo Um chefe foi além do conceito de bom relacionamento no trabalho e pediu para um dos empregados ser seu melhor amigo.

Caça móveis usados O chefe terceirizou uma tarefa pessoal e pediu para que um funcionário vasculhasse um edifício abandonado em busca de móveis e suprimentos que ele mesmo pudesse usar.

Fiança O chefe pediu a um dos funcionários para socorrer um colega de trabalho e tirá-lo da prisão

Manicure Que tal bancar a manicure dos animais de estimação do seu chefe? Um chefe pediu para o funcionário cortar as unhas do cachorro dele.

Cerimonialista privado Em um ato claro de confusão entre pessoal e profissional, uma/um chefe pediu ao funcionário que ajudasse a planejar o casamento dela/dele

Fonte: Exame

11 táticas para aumentar seu poder de influência no trabalho

INFLUÊNCIA NO TRABALHO – Confira o que você deve começar a fazer desde já se o seu objetivo é se tornar um profissional influente no seu meio de atuação.

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São Paulo – Astúcia social, ou seja, saber o jeito certo de lidar com diferentes perfis de pessoas, desenvolvimento da rede de contatos, sinceridade e poder influência são os quatro pontos fundamentais que balizam as habilidades políticas de um profissional.

Tratados no livro “Political Skills at Work” – (“Habilidades Políticas no Trabalho” na tradução livre, Ed. Nicholas Brealey), dos autores Gerald R. Ferris, Sherry L. Davidson e Pamela Perrewe, estes pontos fazem parte do que João Furlan, diretor executivo da Enora Leaders, prefere chamar de inteligência organizacional.

“Desenvolver a inteligência organizacional é muito importante, principalmente para quem está no começo da trajetória profissional porque pode determinar a velocidade com a pessoa vai crescer na carreira”, explica.

Aumentar a rede de contatos, mapear perfis para saber o melhor de jeito de se adequar ao estilo das pessoas, e tentar ser o mais sincero e transparente possível na comunicação são atitudes que muitos profissionais já praticam ou colocaram na lista de metas a serem alcançadas até o fim do ano.

Mas em relação a garantir mais poder influência no escritório, muita gente ainda tem muitas dúvidas. O que fazer para conseguir influenciar pessoas? É o que Exame.com perguntou a dois especialistas. Furlan baseou as seis primeiras dicas no que propõe o professor Alan Cohen no livro “Influência sem Autoridade” (editora Évora). Confira:

1 Assuma que todos são potenciais aliados

Evite se fechar na sua “panelinha” dentro da empresa. Você pode ter mais afinidade com determinados colegas de trabalho, mas nem por isso deve deixar de lado as outras pessoas que trabalham com você.

“Há muitas panelas nas empresas, é natural do ser humano, mas as pessoas têm que perceber que não podem se fechar”, diz Furlan. Para aumentar seu poder de influência, extravase o limite dos grupinhos do escritório, esteja aberto para conversar com todas as pessoas pois elas podem ser boas aliadas.

2 Deixe claros seus objetivos e prioridades

“Como é possível influenciar alguém para lhe ajudar se essa pessoa não sabe ao menos quais são os seus objetivos”, pergunta Furlan. Certifique-se de que quem pode agir em seu favor sabe quais são os seus planos e metas. Seja objetivo na hora de comunicá-los, para não restar dúvida.

3 Faça um diagnóstico do “mundo” das outras pessoas

“É também investigar as características de personalidade, se é uma pessoa mais analítica ou mais expressiva, por exemplo”, diz Furlan. Faça perguntas, se interesse também por outros aspectos, como hobbies, metas, objetivos, preferências.

4 Identifique moedas de troca para você e para os outros

Depois de investir tempo para descobrir mais sobre as pessoas e suas prioridades, você será capaz de saber exatamente o que é importante para um e o que é para outro. Dessa forma você poderá identificar as chamadas de moedas de troca para você e para os outros. O que está ao seu alcance de fazer e que é interessante para um colega de trabalho? O que ele pode fazer por você?

5 Mantenha os relacionamentos e aposte no networking

Procure manter alianças, amizades e relacionamentos profissionais. Faça um esforço para não perder contato com quem você for conhecendo ao longo da carreira.

Por mais próximo que você tenha sido de alguém, passados vários anos sem contato, o laço se perde. “Não dá para pensar que uma pessoa com quem estudo há 30 anos e nunca mais falou vai estar disposta a lhe ajudar”, lembra Furlan.

Na opinião da coach Silvana Mello, da consultoria LHH|DBM, os profissionais devem ficar atentos em relação ao que a sua rede de networking pode contribuir para a própria organização em que trabalham.

“Muitas vezes há determinadas questões em uma empresa que alguma pessoa da sua rede de contatos pode ajudar a esclarecer, as vezes até fazer uma palestra. É uma questão de ficar de olho para perceber no que o seu networking pode contribuir”, explica.

6 Invista na reciprocidade

“É influenciar através do gesto de dar e receber”, explica Furlan. Ajude os outros quando estiver ao seu alcance fazê-lo que as chances de ser ajudado por aquela pessoa crescem. “Na cultura latina principalmente isso é muito importante e dá resultado”, diz Furlan.

7 Torne-se referência de integridade

“A integridade é uma forma de influência”, diz Silvana. Na opinião dela, um profissional íntegro e que mantenha a coerência com a sua prática vai aumentar seu poder de influenciar pessoas justamente porque se torna uma referência.

8 Mantenha-se atualizado

Mantenha-se “antenado” em relação às notícias e novidades que dizem respeito ao seu setor de atuação. “É ler livros, jornais, pesquisas”, recomenda Silvana. Ao perceberem que você é um profissional atualizado, as pessoas vão se interessar em saber sua opinião sobre os assuntos correntes.

9 Compartilhe conhecimento

Dividir com seus colegas de trabalho o que você sabe é uma tática sugerida pela coach da LHH|DBM que acaba sendo consequência para quem está sempre atualizado . “É uma forma positiva de influenciar pessoas”, diz. Ao perceber que pode ajudar alguém a partir da transmissão do seu conhecimento ou experiência , não se acanhe, diga que está disposto a ensinar.

10 Comprometimento

A dedicação à empresa pode ajudá-lo também. “Comprometimento é uma forma de influenciar pessoas”, diz Silvana. Uma atuação focada vai fazer com que as pessoas o respeitem mais e com isso, você se torna mais influente.

11 Contribua com as outras áreas da empresa

Amplie a sua atuação e busque espaço para contribuir com outras áreas e departamentos da empresa. “Dê ideias e opiniões”, sugere Silvana. Vale destacar que o primeiro passo é se aproximar das pessoas para conquistar a confiança necessária e poder efetivamente ajudar no que for possível.

Fonte: Exame

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5 perguntas que todo vendedor deve fazer aos clientes

Veja quais são os passos para conduzir os consumidores à venda perfeita

venda-perfeitaDurante o processo de venda, uma das melhores táticas que pode ser adotada pelo vendedor é descobrir uma pequena lista de informações sobre o cliente. Para tanto, uma simples conversa, descontraída e simpática, basta.Não estou falando de passar um tempo simplesmente conversando com as pessoas, sem nenhum motivo aparente, mas de uma estratégia de vendas, por incrível que pareça.As pessoas, em sua maioria, fazem compras devido a alguma necessidade. Normalmente, elas precisam de uma solução para um problema específico. É o que chamamos de motivador de compra, uma das chaves para a venda perfeita. Por isso, trago cinco perguntas que ajudarão neste procedimento:

“O que você procura?”
Antes de qualquer coisa, seja receptivo, mantenha uma conversa agradável e tente saber qual produto a pessoa está procurando e de que forma será possível ajudar. É importante saber ouvir, fuja no monólogo. Investigue a solução ideal para o cliente, ele já tem em mente quais características o produto ou serviço deve ter para atender suas necessidades.

“Quais marcas você gosta?”
Durante a conversa com o cliente, pergunte quais são suas marcas preferidas, ou, caso esteja procurando um serviço, com quais fornecedores já trabalhou e o que achou dos resultados. Assim, será possível saber se ele já tem uma preferência ou uma opinião pré-determinada sobre produtos/serviços, evitando oferecer algo que ele não goste.

“O que acha disso?”
Depois de conhecer o cliente, busque nas suas ofertas disponíveis o que pode se identificar com as preferências e necessidades dele.

“Posso te apresentar os benefícios?”
Depois de descobrir do que ele gosta ou não, não tente saber os motivos para isso, o que aconteceu para que ele firmasse aquela opinião. Se o seu produto/serviço estiver no hall das más experiências, com estas informações, será possível utilizar fatos e argumentos para dissuadi-lo da má impressão.

“O que está faltando?”
O profissional de vendas deve ajudar no processo de tomada de decisão do cliente. É fácil perceber quando o consumidor está em dúvida com esta ou aquela possibilidade de compra. Mais uma vez, investigue os motivos para a dúvida, pois, se isso aconteceu, é porque suas necessidades ainda não foram completamente atendidas. Entenda o que está faltando, se são as funcionalidades, os valores, ou apenas uma preocupação com a credibilidade da marca. Solucione estas questões, pois esta é a chance de finalizar a venda.

 

Carlos Cruz é vendedor profissional, treinador de vendas e diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas)Envie suas dúvidas com a palavra vendas no assunto da mensagem paraexamecanalpme@abril.com.br
Fonte: Exame
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Educar na cultura digital

CULTURA DIGITAL – Na sociedade do século 21, a aprendizagem se torna cada vez mais colaborativa, aberta e permanente. É preciso se lançar na aventura de compreender esse novo mundo para ensinar as competências que ele requer.

tecnologia_finalA cultura digital veio para ficar. De tão repetida, a afirmação perde força. Banalizada, pode dar a impressão de que se trata de apenas mais uma entre tantas mudanças que constituem o que se convencionou chamar de fluxo histórico. Sim, é uma mudança. Mas é das grandes. Gente da envergadura do filósofo Pierre Lévy conferem a ela o status de revolução. A quarta revolução da comunicação humana, para ser mais preciso (as três primeiras seriam a invenção da escrita, do alfabeto e da imprensa).

O momento é revolucionário porque, pela primeira vez, toda a memória da humanidade está reunida virtualmente, todos os elementos dessa memória podem ser interconectados e acessados de qualquer lugar. Não somos espectadores passivos desse processo. Ao contrário: a cada “curtir” no Facebook, a cada post num blog, a cada link recomendado no Twitter transformamos o ambiente digital e nos comunicamos com todos que participam da rede. Somos todos leitores, autores, editores, curadores, documentalistas e bibliotecários. “Esse é o ambiente a partir do qual a nova civilização vai se construir”, afirma Levy. “Devemos preparar nossas crianças para viver nesse contexto.”

Como ninguém ensina o que não conhece, é importante abrir-se a esse mundo e entender sua lógica de funcionamento. Há boas notícias no front. O número de professores que declaram ter dificuldades em atividades com o uso de ferramentas multimídia vem diminuindo, como revela a edição de 2011 da Pesquisa TIC Educação: 35% relataram problemas em 2011 ante 44% em 2010.

O fato de que os alunos possuem mais conhecimento técnico (ao menos num primeiro momento, já que a maioria dos professores não são nativos digitais) não deve assustar. A análise crítica do potencial e dos limites da cultura digital cabe ao professor. Ao desenvolver a familiariadade com esse universo, ele inicia a capacitação para a reflexão.

A motivação individual é um motor, mas uma ação consistente e ampla exige investimentos governamentais na formação continuada – na base de nove dólares para cada dólar gasto em tecnologia, segundo cálculos do professor da Universidade de Stanford Paulo Blikstein.

Nesse terreno, o horizonte é menos promissor. Como regra, falta continuidade, capilaridade (e, não raro, coerência) nas iniciativas de aproximação da escola com a tecnologia. Outras tantas vezes, cai-se na armadilha do fetiche – um objeto ao qual se atribuem poderes mágicos ou sobrenaturais – e a ideia de dotar a escola de tablets, wi-fi e lousas digitais passa a ser encarada como a solução do problema.

Obviamente, não é. Não se pode perder de vista que o essencial é ajudar o aluno a se posicionar na era digital. Pierre Levy defende que, no mar de informações da rede, é preciso auxiliá-lo a definir prioridades; a filtrar e a selecionar fontes confiáveis; a sintetizar os argumentos escolhidos; a construir um discurso autoral, que dialogue com outras referências sem ser mero recorte-e-cole; a compartilhar sua produção; e a reavaliar, à luz dos comentários da comunidade virtual, o que produziu.

São essas as competências cada vez mais necessárias para o mundo do trabalho e para a vida social. Ferramentas novas, porém fundamentais para sobreviver a este momento de grande transformação cultural. Transformação que, para Pierre Lévy, está apenas no início, e cujos efeitos ainda não podemos dimensionar.

Com reportagem de Rodrigo Ratier

Fonte: Revista Nova Escola

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11 atitudes que os candidatos odeiam nos recrutadores

Confira um verdadeiro festival de práticas nada recomendáveis, mas ainda assim comuns entre os recrutadores, na opinião de três especialistas

recrutador_e_candidato_em_feira_de_empregoSão Paulo – Mentir, omitir fatos, atrasar e insistir em relação ao retorno da entrevista de emprego são aspectos que tiram do sério os recrutadores e minam as chances de conquista de uma oportunidade profissional.

Mas e do outro lado? Quais as atitudes dos recrutadores que mais irritam ou chateiam os candidatos? É o que Exame.com foi investigar com os especialistas. Confira quais são as piores práticas de recrutadores na opinião deles:

1 Atraso

Marcar hora e deixar o candidato esperando foi a primeira atitude citada pelos três especialistas consultados. Ou seja, se os recrutadores odeiam quando candidatos atrasam, este últimos também ficam irritados quando ficam “plantados” na sala de espera.

“E é incrível como é um erro muito comum, apesar de básico, e que atrapalha o profissional que dedicou seu tempo, saiu da empresa, às vezes até deu uma desculpa para o chefe, para estar naquela entrevista”, diz Natasha Patel, gerente da expertise Hays de Recursos Humanos.

“Toma o tempo da pessoa que pode ter deixado de buscar outra colocação no mercado para estar ali”, diz a consultora de carreira Márcia Britto, diretora técnica da JobLine do Brasil.

“O candidato já está em um estado de ansiedade maior, então ficar esperando é uma situação muito ruim”, diz Eliane Figueiredo, diretora-presidente da Projeto RH. A especialista lembra que há uma situação de poder envolvida. “Há casos de o candidato não poder esperar, porque tem outro compromisso, e o recrutador ainda ficar bravo e atribuir isso ao nervosismo do profissional”, diz Eliane.

2 Não receber o resultado de testes e ferramentas aplicadas durante o processo

Responder longos questionários, participar de testes e não ter acesso ao resultado também chateia os candidatos, principalmente quando eles não são aprovados no processo seletivo.

“Muitos têm a fantasia de que não passaram porque foram reprovados nestes testes e não é bem assim, porque vai depender do critério estabelecido para seleção”, diz Márcia. A especialista explica que, geralmente, é a empresa que determina as ferramentas aplicadas durante a seleção. “Quem está pedindo é a empresa e é ela o meu cliente”, diz.

3 Critérios de seleção

Quando entrevistadores adotam critérios com os quais os candidatos não concordam, também há muitas reclamações, segundo Márcia. “Eles dizem que aquelas competências não são necessárias para trabalhar naquele cargo”, diz.

De acordo com ela, em relação aos aspectos técnicos, não há nada que possa ser feito, porque os recrutadores não têm a qualificação técnica para argumentar com as empresas que estão exigindo aquelas habilidades. “Se é uma questão técnica, não temos como argumentar, mas se é uma competência comportamental é até possível interceder em favor do candidato”, diz.

4 Pressão, displicência ou rudeza na entrevista

O estilo de entrevista também é alvo de desconfiança e reclamação de muitos profissionais que estão buscando uma nova posição no mercado. Agressividade e falta de respeito intimidam os candidatos.

“Muita gente que não é qualificada para isso acha que sabe comandar uma entrevista de emprego, mas não é assim”, lembra Márcia, ressaltando que em empresas menores, por exemplo, muitas vezes não há um departamento de recursos humanos.

Eliane explica que, muitas vezes, em dinâmicas de grupo há momentos em que há a pressão de tempo, e as pessoas precisam realizar uma atividade em um período cronometrado. “Tentamos transpor para aquele momento uma situação de trabalho que pode acontecer no cotidiano daquela função”, explica.

Mas há limites que não podem ser ultrapassados. “Tem gente que pressiona tanto que chega a faltar com a educação, fazendo com que os profissionais entrem na defensiva”, destaca Eliane.

Uma postura displicente também é considerada uma péssima prática durante o processo de recrutamento. “Fazer uma pergunta e nem dar espaço para resposta, emendando outra questão é um exemplo de que não está ouvindo o que pessoa tem para dizer”, diz Eliane.

5 Interrupções

Lidar com o nervosismo durante a entrevista já não tarefa simples. Imagine ter de fazer isso enquanto um recrutador para constantemente a conversa para atender telefone, sai da sala para conversar com pessoas ou fica com os olhos vidrados na tela do smartphone respondendo emails. “Deixar o celular ligado e ele tocar no meio da entrevista é de muito mau gosto”, diz Natasha.

“O candidato vai se sentir desprezado e concluir que o recrutador não gostou dele”, diz Eliane. Para ela, não separar tempo para a entrevista e permitir estas interrupções é uma péssima prática de recrutamento. “O recrutador vai também perder o fio da meada”, afirma. Para ela, se há uma urgência é sempre melhor avisar que talvez seja preciso interromper a conversa.

6 Não prezar pela igualdade de tratamento entre candidatos

Quem não ficaria chateado ao perceber que o recrutador está dando mais espaço para outro candidato falar durante uma dinâmica de grupo? E se quando a outra pessoa expõe a sua opinião o recrutador assente e, quando você fala, ele gestualmente discorda com a cabeça?

“Não pode deixar claro que concorda com uma pessoa e discorda da outra”, lembra Eliane. De acordo com ela, rir, fazer comentários irônicos ou criticar um candidato, durante a entrevista, também é uma maneira desrespeitosa de agir e uma péssima atitude para um recrutador.

7 Não passar ou transmitir informações erradas sobre o cargo

Receber poucas ou informações erradas sobre o cargo também é algo que atrapalha. “Às vezes , a posição nem é confidencial mas o recrutador não se dispõe a dar muitas informações”, diz Eliane.

“O profissional vai perceber isso ao conversar com o gestor da área. Nesse momento vai notar que não sabia de todas as informações e pode descobrir que não está alinhado ao perfil da posição”, diz Natasha.

De acordo com a especialista, isso ocorre quando o recrutador não estudou o projeto, e portando não conhece bem a posição para a qual o candidato está sendo avaliado. “O despreparo pode resultar em informações incorretas, o recrutador vai querer ‘vender’ a posição, falando do que não sabe”, diz Natasha.

8 Dar feedback sem ter sido solicitado

Outro erro, de acordo com a gerente de extertise da Hays em recursos humanos, é dar feedback sobre a entrevista sem que o candidato peça. “Isso pode ser mal interpretado pelo candidato, porque ele não pediu para o recrutador falar o que ele achava”, diz Natasha.

9 Falar mais do que o candidato

O papel do recrutador em uma entrevista é fazer a perguntas certas para então ouvir o candidato que está ali para dividir sua experiência profissional. “Existem recrutadores que querem demonstrar conhecimento e acabam falando mais do que o próprio candidato”, diz Natasha. Segundo ela, esse tipo de equívoco é mais frequente em entrevistadores que estão em início de carreira.

10 Encaminhar o candidato para uma posição para a qual ele não tem perfil

É frustrante para qualquer pessoa – que se dispôs a participar de uma seleção e conversou com recrutador – descobrir apenas ao conversar com o potencial gestor  que não tem o perfil buscado pela posição.

“O candidato perde tempo, se empolga com a oportunidade e chega na empresa e percebe que a vaga não tem nada a ver com ele”, lembra Natasha.

De acordo ela, há consultores de recrutamento que querem mostrar serviço para seus clientes por volume e não por qualidade. No entanto, ela recomenda que os candidatos façam perguntas durante a conversa para perceber se estão alinhados com a posição. “O profissional também tem responsabilidade porque deveria fazer perguntas”, explica.

11 Não dar retorno do resultado do processo

Participar de um processo seletivo, que pode ser longo e cansativo, e não obter uma resposta sobre o resultado talvez seja a atitude (no caso, a falta de) que mais aborrece e desmotiva os candidatos. “É falta de respeito”, diz Natasha.

“Eles reclamam bastante de recrutadores que não dão resposta”, diz Márcia. Mas a especialista lembra que pode acontecer de a empresa suspender a vaga e não avisar a consultoria. “Neste caso, a consultoria também fica sem resposta”, diz.

 

Fonte: Exame

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Redes sociais melhoram ou atrapalham a produtividade?

redes_sociais_carreira-20130408110436São Paulo – Redes sociais são vilãs ou mocinhas quando o assunto é produtividade? Para muitas empresas elas atrapalham o rendimento dos funcionários. Mas, uma recente pesquisa realizada por Joe Nandhakumar, professor de sistemas da informação na Warwick Business School, no Reino Unido, contraria o que dizem muitos chefes na hora de banir o acesso no escritório a Facebook,Twitter, LinkedIn e outras ferramentas, como o Skype.

É que, de acordo com ele, o uso das redes sociais acelera o cumprimento de metas e o tempo de resposta de funcionários a clientes. Isso porque, essas ferramentas tornam possível que profissionais trabalhem e colaborem com seus colegas mesmo quando estão fora do escritório. É o que ele chama de teoria do co-presença virtual.

Ou seja, em tempos de home office e jornadas flexíveis, as redes sociais podem ser os meios de comunicação certos para unir funcionários. “As redes ajudam os profissionais a realizarem muito mais”, defendeu o autor do estudo, em comunicado divulgado à imprensa. A pesquisa completa ainda será publicada pelo Information Systems Journal.

 

Jovens conectados

Levantamento realizado pela Page Talent no fim do ano passado com 200 estagiários e trainees, revelou que quase metade deles (46%) acessa redes sociais durante o horário de trabalho e 42% afirmaram  ficar por volta de uma hora conectados.

A pesquisa de Nandhakumar pode até fazer com que muitos desses jovens que não resistem à tentação de checar o feed do Facebook de 10 em 10 minutos se sintam melhor. Mas, cuidado! Perder 20 minutos bisbilhotando a página de um colega e vendo as fotos de suas férias não vai torná-lo mais produtivo.

O que está em questão é uso que você faz da ferramenta. Se é apenas para assuntos pessoais e bate papo entre amigos,a pesquisa não diz respeito a você, e, muito provavelmente, as redes sociais contribuem para a perda de tempo no trabalho.

 

O verdadeiro carrasco

Mas, o grande carrasco da produtividade parece mesmo ser o bate-papo, só que presencial, segundo outra pesquisa, feita pelo site Salary.com. Conversar com colegas de trabalho é o principal motivo de perda de tempo durante o expediente, para 43% dos entrevistados.

Estudo, feito pela consultoria Track Via, também coloca as conversinhas no escritório no topo do ranking da perda de tempo durante a jornada de trabalho. Para 14% dos entrevistados o bate papo com os colegas é o principal causador dos atrasos no cumprimento de tarefas. As redes sociais foram citadas por 9%, e acabaram ficando atrás também de problemas técnicos nos computadores e reuniões.

Fonte: Info

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10 atitudes proibidas no trabalho em equipe

carreira-20130402193903TRABALHO EM EQUIPE São Paulo – A máxima de que nenhum homem é uma ilha, célebre na obra do poeta inglês John Donne, surgiu na Idade Média, mas continua mais válida do que nunca, sobretudo no ambiente profissional.

É que a capacidade de trabalhar bem em equipe tem sido uma das habilidades comportamentais mais valorizadas pelos recrutadores. Por isso perguntas com foco nesta competência são frequentes nas entrevistas de emprego.

“É muito importante porque uma equipe ruim pode destruir uma empresa”, diz a consultora organizacional Meiry Kamia. Aumento de custos, erros constantes são alguns dos prejuízos ocasionados por uma equipe que não trabalha bem junta.

Pensando nisso, EXAME.com consultou especialistas para saber quais são os principais erros que os profissionais cometem e que podem comprometer todo o trabalho de uma equipe. Confira:

 

1 Ser inflexível e não transparente na comunicação

“Um dos principais erros é a pessoa se comunicar da mesma forma com todo mundo”, diz Marcia Rezende, diretora do Instituto de Thalentos. Conforme ela explica, comunicar-se bem não é simplesmente falar bem. “É preciso ter flexibilidade na comunicação e vontade de compreender o outro”, explica.

“É algo relacionado à empatia. Se uma pessoa é mais delicada o ideal é ser mais sutil na comunicação, com alguém mais focado em fatos e dados é melhor ser mais objetivo”, diz Meiry.

A transparência também é palavra de ordem no trabalho equipe. “É importante que a equipe saiba quais são as condições e as limitações do seu trabalho”, diz Márcia.

 

2 Não alinhar o objetivo

Cada participante tem uma meta individual. Um quer ganhar dinheiro, outro está em busca de reconhecimento profissional ou de uma promoção. Mas se essas pessoas não encontram um objetivo em comum que mova a equipe, todo o trabalho pode ser comprometido, segundo Marcia. “Uma equipe desalinhada custa para a organização”, diz.

Isso acontece uma vez que o trabalho em equipe só funciona quando os participantes têm um objetivo em comum. “Em neurolinguística é o que chamamos de metaobjetivo, está acima dos objetivos pessoais”, diz a especialista.

 

3 Comprometimento zero

Um participante não comprometido vai prejudicar os resultados atingidos por toda a equipe. “Sem valores e objetivos alinhados, a chance de faltar comprometimento é alta porque o trabalho precisa fazer sentido para o profissional”, diz Marcia.

 

4 Falta de planejamento e de respeito a prazos

Sem participantes focados e com planejamento nenhuma equipe vai para frente. É importante que as prioridades sejam dadas e que cada um saiba muito bem qual o seu papel dentro da equipe e siga à risca o que foi definido, na opinião de Márcia. “É preciso saber o que é urgente, o que é prioritário e respeitar os prazos”, diz a especialista.

 

5 Criticar um participante na ausência dele

Descontente com a atitude de um dos colegas de equipe, o profissional reclama dele para as outras pessoas. Pode até parecer inofensivo, mas não é, segundo Meiry. “Gera um mal estar tremendo”, diz a consultora. “Falar diretamente é muito melhor porque reduz a interferência e dá a chance de a pessoa receber um feedback sobre as suas ações”, explica.

 

6 Desvalorizar o trabalho do outro

Em mercados cada vez mais competitivos, a tendência é valorizar demais o trabalho individual dentro da equipe e ignorar ou desvalorizar o esforço dos outros participantes. “Com a competitividade como pano de fundo, este é um erro comum”, diz Meiry. Lembre-se de que uma postura assim transmite a imagem de arrogância.

 

7 Não assumir erros

Certamente uma pessoa assim já deve ter cruzado o seu caminho. Ótimos em apontar o dedo e denunciar o erro alheio e péssimos na hora de assumir seus próprios equívocos. “Se alguém da equipe erra, o certo seria que o erro fosse encarado como sendo de todos, mas infelizmente a realidade não é essa”, diz Meiry.

 

8 Ignorar as regras estabelecidas pela equipe

Respeito às diretrizes é essencial, mas nem todo mundo faz isso. “Muitas pessoas acabam ignorando as regras e fazendo as coisas do jeito que elas acham melhor”, diz Meiry. A resistência geralmente está ligada à adoção de novos processos, procedimentos e sistemas. “As pessoas têm dificuldade em se adequar”, diz Meiry.

 

9 Desequilíbrio emocional

Tomar feedbacks negativos como perseguição pessoal, melindrar-se diante de críticas construtivas, perder a calma e apelar para gritos e grosserias. Estes sintomas podem indicar que o profissional peca em relação ao equilíbrio emocional, segundo Meiry. Além de ser prejudicial ao andamento do trabalho de toda a equipe, há o risco de essa pessoa acabar isolada.

 

10 Não aceitar as diferenças

Entender que a heterogeneidade de uma equipe é um aspecto a ser valorizado nem sempre é comum. “Entender e respeitar as diferenças é essencial, mas muita gente quer moldar as pessoas de acordo com seu ponto de vista”, diz Meiry.

É claro que os embates vão acontecer, mas tentar entender os outros é o caminho correto na hora de solucionar conflitos e construir alianças. “Negociação é fundamental”, lembra Márcia.

 

Fonte: Info

 

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6 atitudes que matam a criatividade

criatividade-20130401121912São Paulo – Em um mercado em que a competitividade é palavra de ordem, a criatividade desponta como diferencial de peso para quem quer subir alguns degraus na carreira.

E, se muitos mitos ainda rondam o tema é certo também que há atitudes que neutralizam ou até mesmo aniquilam qualquer capacidade criativa no ambiente de trabalho. Veja quais são elas, na opinião de dois especialistas consultados:

1- Ficar preso à rotina

“É muito difícil ter uma vida totalmente igual e gerar ideias ao mesmo tempo”, diz Conrado Schlochauer, sócio-diretor do LAB SSJ, consultoria de educação corporativa. Buscar novas referências, conhecer pessoas novas, visitar lugares diferentes estimulam a criatividade, daí o problema de ficar preso ao hábito.

“A rotina é importante para adquirir a excelência, um jogador de basquete precisa treinar várias vezes até aprender uma jogada, mas, se ele faz sempre os mesmos lances, vai ficar previsível”, explica Silvio Celestino, da Alliance Coaching.Uma pessoa que faz da sua rotina o seu modo de vida torna-se anacrônica, na opinião de Celestino. “É alguém que vive no passado”, diz.

A busca de referências é a regra de ouro para os criativos. “Falar para abrir a cabeça pode parecer clichês, mas funciona”, diz Schlochauer.

 

2- Ter medo de errar

Se a educação escolar sempre reforçou a ideia de que existe apenas uma resposta certa, basta deixar os bancos da sala de aula para perceber que não existe verdade absoluta. “A vida não é assim. Não existe um único caminho correto”, lembra Schlochauer.

O medo de errar, diz ele, é péssimo na medida em que faz você convergir para uma solução rápida demais. “Sem dedicar tempo para buscar alternativas”, explica o sócio-diretor do LAB SSJ.

Geralmente esse pavor do erro acomete os mais perfeccionistas, diz Celestino. “São aqueles profissionais que já querem fazer certo logo da primeira vez, e, por isso, só fazem aquilo do qual têm certeza”, diz.

O risco é fazer pouco, não sair do protocolo. “É um medo paralisante e uma limitação enorme para a criatividade”, explica Celestino.

 

3- Sofrer da “síndrome do apego à primeira ideia”

Você se propõe a pensar em novas ideias e trazer um pouco de inovação para o expediente. Mas, assim que aparece a primeira, você para e já começa a traçar um plano de implementação.  Para Schlochauer, isto é um erro.  “Para ter boas ideias é preciso listar muitas ideias”, diz.

Ele se apoia também em uma das premissas do método do brainstorming, inventado pelo publicitário Alex Osborn, no fim da década de 1940. “Uma das regras oficiais é que a quantidade de ideias é mais importante do que a qualidade”, diz o especialista.

Celestino vai além. Para ele, além do apego à primeira ideia, ficar restrito ao primeiro conhecimento adquirido sobre determinado assunto também prejudica a capacidade criativa. “É preciso saber que há linhas pensamento e o ideal é conhecer o máximo possível destas linhas para só então decidir qual é mais adequada para aquele momento”, diz. De acordo com ele, é frequente a estagnação na primeira ideia ou no primeiro conhecimento. “As pessoas acreditam que aquilo é a única verdade”, diz.

 

4- Manter o foco na realização

A demanda surge você executa, novas tarefas aparecem e você realiza. “É o ‘fazedor’, aquele que pega a tarefa do jeito que ela vem e já começa a estruturar, sem pensar em alternativa”, descreve Schlochauer.

Isso acontece porque muitas vezes as pessoas não acham que criatividade tenha a ver com elas, ou por não serem criativas ou porque não estão alocadas na área de criação de uma empresa.  “Isso é um erro. Criatividade tem relação direta com a capacidade de resolver problemas, ou seja, buscar alternativas para solucionar questões”, explica.

“O risco de manter o pensamento focado na execução é que você só responde à pergunta ‘o que fazer’. E não sabe qual o propósito daquilo”, diz Celestino.

 

5- Ficar à espera da ideia genial

Ao decidir apostar na sua capacidade criativa, o pior que você pode fazer é censurar ideias só porque você não as considera geniais.   “É mais importante ter boas e constantes ideias do que ficar esperando pela ideia de gênio”, diz Schlochauer.

A viabilidade prática de uma ideia é, muitas vezes, o quesito mais importante do processo criativo. “É importante pensar em qual a melhor ideia possível em um prazo determinado”, diz Celestino.

Para ele, ser criativo dentro de uma empresa é ser criativo dentro das limitações existentes. “Se a ideia genial não será implementada dentro do prazo, parta para a segunda melhor ideia e, se não der, aposte na terceira melhor ideia”, recomenda Celestino.

 

6- Nunca ter tempo

A correria do dia a dia pode ser uma das maiores inimigas da sua capacidade criativa. “A busca pela eficiência é fundamental, mas é também necessário deixar espaço para as boas ideias”, diz Schlochauer. O tempo de reflexão é precioso para quem quer ter boas ideias. “Essa coisa frenética não deixa espaço para criação”, explica.

“É preciso ser uma pessoa de ação, mas entre uma ação e outra precisa haver reflexão”, concorda Celestino.   O problema do tempo enxuto para desenvolver projetos no trabalho é justamente esse: agir sem pensar. “Quando você não reflete, não acha soluções novas, isso acaba destruindo o potencial criativo”, diz Celestino.

Fonte: Info

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6 frases para não usar durante uma negociação

Aperto_de_mãoEspecialistas em vendas listam as principais frases que devem ser evitadas por empreendedores numa negociação

 

São Paulo – Um dos principais erros de empreendedores ao negociar com um cliente ou fornecedor é tentar resolver tudo o mais rápido possível. Determinadas atitudes podem afastar a pessoa com quem você deseja chegar a um acordo. “O grande problema é que as pessoas temem a objeção”, afirma Marcelo Ortega, especialista em vendas.

Diego Maia, presidente do Grupo CDPV (Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas), afirma que termos como “acho que sim” ou “talvez” devem ser evitados. “Quem está negociando não pode ter dúvida e deve buscar a informação correta”, explica. Por isso, a preparação e o treinamento da equipe de vendas são essenciais, pois informações imprecisas podem ser a razão pela qual o cliente desiste da compra. Veja abaixo outras dicas dos especialistas.

1. “Nosso produto é o melhor”

Quando a afirmação não é acompanhada de uma comprovação, o consumidor tem razão em desconfiar. “Tudo que a gente fala e não pode ser comprovado se encaixa bem no termo ‘papo de vendedor’”, explica Ortega.

Por isso, prêmios, referências e indicadores que podem sustentar a afirmação devem ser citados nesse momento. Caso contrário, o especialista recomenda evitar esse tipo de generalização para chamar a atenção.

2. “Você não pode perder essa oportunidade”

Parece um conselho, mas ao recorrer a essa frase o dono de uma pequena empresa ou vendedor acaba pressionando o outro lado. “Quem está perdendo é quem está vendendo e não o cliente”, explica Diego.

De acordo com Ortega, questionar se o cliente não vai fechar a compra é outro deslize comum. “Ele já coloca a resposta na boca do cliente”, diz.

3. “Quanto você quer gastar?”

Seja na venda de um serviço ou produto, especialistas afirmam que o preço não deve ser o primeiro tópico de abordagem. “Seria mais adequado perguntar: ‘qual é a sua faixa de investimento?’”, ensina Maia. Nesse caso, a negociação deve girar em torno da necessidade do cliente.

Questionar a forma de pagamento no começo da negociação é outro erro comum. De acordo com Ortega, isso revela uma ansiedade por parte do vendedor.

4. “Esse é perfeito!”

É comum que os vendedores tentem adivinhar o que é melhor para você ou afirmar que tudo relacionado à marca é bom. “Quem está comprando um seguro ou um serviço de arquitetura, por exemplo, está querendo realizar um grande sonho. Durante a negociação é muito importante evitar falar só das características do produto e tentar focar mais nos benefícios do cliente”, explica Ortega.

Segundo Maia, outro deslize é tentar se mostrar íntimo demais do cliente. Termos como “amigão” e “minha querida” devem ser evitados.

5. “Eu concordo com você, mas…”

O objetivo de uma negociação é entrar em consenso sobre algo, por isso desafiar o cliente pode não ser uma boa ideia.“O ideal é usar: ‘eu concordo com você, inclusive posso te oferecer mais opções’”, explica Ortega.

Para Maia, quem está vendendo tem que identificar qual é a necessidade do cliente, para que possa sugerir outros modelos ou condições.

6. “Se a gente fechar agora, posso te dar um desconto”

Nem sempre a dúvida em relação ao fechamento de um negócio é o preço. O desconto só será efetivo quando o cliente sinalizar que tem interesse no produto ou serviço. E, para os especialistas, o vendedor passa a imagem de que está mais preocupado com a comissão do que em oferecer o melhor para o outro lado.

Fonte: Exame

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