Não faça aos 40 o que uma pessoa de 20 pode fazer

Um grande desafio na carreira é manter-se atualizado. Normalmente, os 40 anos são uma barreira difícil de transpor para aqueles que não respeitam a passagem do tempo. Muitos ainda trabalham com ferramentas e, pior, com os pensamentos que tinham quando estavam com 20 anos. E, então, de repente, perdem o emprego. Nesse momento, sentem-se injustiçados e em um mundo estranho, pois tudo aquilo que sabiam fazer perdeu o valor de uma hora para outra, e eles não têm a menor ideia de como conquistar uma nova posição.

????????????????????????A causa disso é que esses profissionais se colocaram excessivamente a serviço da empresa por um período longo demais, e se fecharam ao que acontecia pelo mundo. Quando o desemprego ocorre, é como se a porta desse mundo se abrisse e a pessoa fosse forçada a viver nele. Nem sempre o resultado é positivo.

É verdade que existe muita injustiça com profissionais acima dos 40 anos, e que as empresas dão preferência para pessoas mais novas em várias posições. Mas há muito que o indivíduo pode fazer por si mesmo para evitar ficar fora do mercado após essa idade.

Em primeiro lugar, você deve evitar pensar em seu networking somente quando ficar desempregado. Para isso, inverta seu jeito de ver a vida profissional. Afinal, não é só você que deve fazer parte do plano da empresa, mas ela também deve fazer parte do seu plano de carreira. Ficar atrelado a uma organização desatualizada, com líderes velhos e anacrônicos, pode ser terrível para sua profissão. Uma companhia que não o incentiva a desenvolver-se e é formada por líderes muito duros com você influencia negativamente o seu valor no longo prazo. Além de deixá-lo com baixa estima, pode, de fato, torná-lo desatualizado e inadequado para o mercado. Procure grupos de sua área de atuação em redes sociais, principalmente no LinkedIn. Faça conexões e tenha uma agenda rigorosa de contatos pessoais. Use principalmente sua hora de almoço e seu café da manhã. Até mesmo aos sábados, se necessário.

Também participe de eventos de seu setor ao menos uma vez por ano. Mas não deixe que a empresa ocupe 100% de seu tempo mental. Isso só interessa a ela.

Outro ponto importante é manter-se atualizado quanto à tecnologia. Ainda hoje encontro pessoas com mais de 40 anos que são resistentes a coisas simples, como redes sociais e aplicativos no celular, criticam aqueles que as utilizam e não entendem como podem ser úteis no trabalho e em suas carreiras. As empresas se tornaram anacrônicas quanto ao uso das novas tecnologias, mas o profissional não precisa fazer o mesmo. Uma pessoa que não possui perfil nas redes sociais será interpretada como alguém desatualizado, com motivos para esconder-se e totalmente fora da realidade. No mesmo barco, estão aqueles que, embora nas redes, não sabem parametrizá-las para seus interesses. E esse é apenas um aspecto da tecnologia que, hoje, trata de uma vastidão de temas que colocam em risco profissões a todo instante. Na verdade, quem não se mantém atualizado tem dificuldade até para pegar um táxi.

Enfim, não deixe que, ao chegar aos 40, sua carreira seja a respeito de um único assunto, e seu conhecimento tenha se tornado dispensável por causa de uma nova tecnologia. Tampouco acredite que sua empresa sabe o que faz para desenvolvê-lo. Seja responsável por manter-se atualizado. Observe com muito rigor para onde vai o mundo e, principalmente, se alguém de 20 anos pode fazer o que você faz. Se a resposta for positiva, saia correndo para modernizar-se, enquanto há tempo. Afinal, a expectativa de vida está aumentando e, cada vez mais, ela começa aos 40 anos. Faça valer a pena! Vamos em frente!

Fonte: Não faça aos 40 o que uma pessoa de 20 pode fazer | Portal Carreira & Sucesso

8 passos para atrair propostas de emprego sem procurar

Confira quais aspectos aumentam a sua atratividade profissional a ponto de ser disputado por headhunters, segundo dois deles

mulher-ao-telefoneSão Paulo – Nada melhor do que a ascensão profissional bater a sua porta. Receber uma inesperada ligação de um headhunter sondando sua satisfação no atual emprego, seguida de um convite para uma conversa deixa qualquer um com um sorriso no rosto e a certeza de estar fazendo um bom trabalho.

Mas esse tipo de situação acontece com quem? Como ser “caçado” pelos recrutadores e atrair propostas de emprego sem procurar? Confira as dicas de dois especialistas:

1 Tenha uma habilidade valorizada pelo mercado

Investir em um conhecimento que pouca gente tem é uma das formas de chamar a atenção do mercado, segundo Maria Beatriz Henning, da Exceed Executive Search.

“Um exemplo é uma pessoa que atue no mercado de resseguros, em que uma movimentação acaba gerando um efeito dominó e começa a procura porque é um profissional que tem uma característica específica, que é rara”, diz Maria Beatriz.

Funções que sejam novas no mercado também dão visibilidade aos profissionais que nelas apostam. “Nesse caso a habilidade dele vai ser valorizada também”, diz ela.

2 Atue em uma área em alta

Este é um aspecto que, pontualmente, pode fazer um profissional ficar disputado pelo mercado. “Se é um mercado que está com muita demanda de profissionais, a atratividade é maior também”, diz Maria Beatriz.

Mercados de óleo e gás, de tecnologia e de engenharia em geral são alguns exemplos de áreas promissoras e com muitas oportunidades profissionais

3 Trabalhe para uma empresa com bons resultados

Os bons resultados da empresa contribuem para a valorização do passe da equipe de funcionários. “As empresas que contratam as consultorias de recrutamento ainda se atraem muito pelo nome das companhias pelas quais o profissional passou”, diz Thiago Pimenta, sócio da FLOW Executive Finders.

“Um trader de renda fixa que esteja em um banco de investimentos conhecido por alcançar bons resultados vai ser procurado”, diz Maria Beatriz.

De acordo com os dois especialistas, empresas de renome, por si só, já trazem visibilidade. “ Grandes empresas acabam impactando positivamente na atratividade do profissional”, diz Pimenta.

“Mas se a pessoa não estiver em uma instituição que seja vitrine deve procurar fazer um trabalho que traga mais visibilidade. O mercado se fala e, mais hora menos hora, as grandes instituições vão procurá-la”, diz Maria Beatriz.

4 Empresas que investem na formação de profissionais são vitrines

Estar em uma instituição que tenha como missão ou valor o investimento no treinamento e desenvolvimento da carreira de seus funcionários é outro aspecto que aumenta a atratividade, segundo eles. “Existem instituições que notoriamente formam profissionais, para gestão, para vendas, por exemplo”, diz Maria Beatriz.

5 Invista na sua formação acadêmica e corporativa

A formação acadêmica é um chamariz. “Um mestrado fora do Brasil em uma escola top chama a atenção”, diz Maria Beatriz.
De acordo com Pimenta, a preocupação deve ser não só com a formação acadêmica, mas também com a formação corporativa, ou seja, aquela que ele adquire com a prática. “É ter a preocupação em ter um job rotation dentro da sua área”, explica.

Uma pessoa da área financeira que tenha tido uma boa gama de experiências em diferentes ramos das finanças como tesouraria, controladoria, contabilidade, e assim por diante, será, segundo Pimenta, um profissional mais completo. “É um prato cheio para os recrutadores”, diz.

6 Apresente uma evolução de carreira consistente

A trajetória de carreira pode contar muitos pontos a seu favor. Não ficar pulando de emprego em emprego é primeiro ponto.
“Quando é um profissional que fica mais de 3, 4 anos em uma empresa, a gente percebe que ele é resiliente, que fecha ciclos. Claro que há exceções como o mercado de tecnologia, por exemplo, em que as pessoas giram mais rápido”, diz Maria Beatriz.

7 Melhor marketing pessoal é a sua reputação

De nada adianta compartilhar conquistas e resultados atingidos no seu perfil do LinkedIn se a sua reputação não acompanha o que você escreve. “Em última instância papel e perfil virtual aceitam qualquer coisa”, diz Maria Beatriz.

Assim, explica Pimenta, ter um bom networking é ter pessoas dispostas a recomendar o seu trabalho. “Existem ferramentas, como o LinkedIn que aumentam a exposição do profissional, mas o recrutador acaba fazendo um ‘check point’ e as recomendações vão referendar essa pessoa”, diz.

8 Frequente eventos e congressos da sua área

Eventos, feiras e congressos da sua área de atuação são ótimas oportunidades de aumentar sua rede de contatos e, quem sabe, entrar no “radar” de pessoas influentes. “Acaba sendo uma forma de se expor, conhecer pessoas e trocar informações”, diz Maria Beatriz.

FONTE: Exame.

Acabe com o que te impede de ser feliz

A vida é curta demais para que você faça um rascunho dela. Entenda que o tempo não é seu amigo, ele vai passar sem avisar ou pedir permissão. Por isso, selecione tudo o que te impede de aproveitar o que é realmente importante e dê um basta em tudo isso. Listei sete itens comuns para você repensar sobre:

images1) Emprego Chato – Cansou do chefe? O emprego não te realiza ou não te ajuda a crescer profissionalmente? Não consegue mudar de área? Mesmo em tempos difíceis, o mercado tem muita vaga disponível para pessoas de atitude. Mesmo que não apareça nada, tire aquele sonho antigo da gaveta e comece um plano B enquanto está no emprego atual. O que você não deve fazer é investir a maior parte do seu tempo em algo que te deixa triste, frustrado ou desmotivado.

2) Saúde Instável – Se você está sempre doente, gripado ou com dores no estômago, é provável que seu corpo esteja falando algo que você não está querendo ouvir. Já pensou que seu estresse pode estar destruindo seu sistema imunológico? Você pode fazer sua escolha: ficar de cama no hospital para descobrir que é o momento de dar um basta nisso ou procurar uma alternativa séria de tratamento, como mudar o seu comportamento e ter uma vida mais equilibrada.

3) Falta de prazer – Não pode comer o chocolate que você ama? Não consegue fazer aquela viagem dos sonhos? Não se sente intima(o) de seu parceiro(a)? São tantos prazeres que a vida nos leva por falta de tempo, coragem, atitude de mudar ou dizer um não. O prazer em seu sentido mais amplo, rejuvenesce, aumenta sua felicidade, sua motivação e sua saúde. Rir é, sem dúvida, comprovadamente uma forma de viver mais.

4) Desorganização – Aprenda a ter mais controle sobre seu tempo. Assim, você acaba com a sua desorganização e urgências. Existem métodos, como o Triad, que, se houver persistência e a aplicação correta, podem te ajudar a fazer um planejamento que dê mais resultados, menos tempo procurando informações desnecessárias e até reduzir o número de esquecimentos no seu dia a dia.

5) Deixar o importante para depois – Consegue pensar em algo que realmente deveria fazer e que traria muito resultado para sua vida? Se é algo tão importante e vai lhe trazer bons resultados, por que ainda não o fez? Provavelmente pelo fato que se acostumou a fazer algo quando ele se torna urgente. Infelizmente, a meditação, a praia, o esporte, a leitura, a academia e os amigos, dificilmente serão urgentes e ficarão esquecidos para trás.

6) Rede Sociais – Eu não sei para você, mas algumas redes sociais já estão me cansando e tirando a paciência. Antes tinha mais conteúdo útil, hoje é raro achar algo que agregue valor. Será que o tempo dedicado para isto está te proporcionando algo bom ou acabando com o resto das coisas que você realmente deveria fazer? Em geral, nosso problema não é a falta de tempo, e sim o seu mau uso.

7) Falta de leitura – Isso é algo tão frequente que as pessoas nem acham estranho comprar livros, deixar em uma estante e nunca concluir a leitura. Ler, em minha opinião, é uma das coisas mais importantes que deveríamos fazer. A leitura nos faz sonhar, aprender e instiga vontade de mudar as coisas. Dê uma basta nisso e escolha um livro, coloque-o em sua bolsa ou ao lado de seu sofá. Converse com um amigo e prometa para ele algo, caso não leia esse livro em um mês, isso o motivará a começar agora mesmo!

O que você precisa dar um basta na sua vida para ser feliz?

Fonte: Acabe com o que te impede de ser feliz | Portal Carreira & Sucesso

 

Você aceita perder?

O título pode remeter à um sentimento de resignação ou mesmo fracasso, mas ao contrário, dirige-se à um fato corriqueiro para os vencedores. Saber perder é um ato de sabedoria e que deve estar presente em todos os momentos de nossa vida.

Permitir que a vida continue evoluindo e desenvolvendo alternativas. A própria palavra desenvolver significa “tirar o que envolve”, descobrir-se, abrir-se para o novo e perder o que já foi, por mais importante que tenha sido. Uso uma figura de imagem para demonstrar o que quero dizer:

– Em uma encruzilhada tenho dois caminhos. O caminho A e o caminho B.
– Preciso escolher um dos dois. Começo a fazer uma análise das vantagens e desvantagens de cada um deles.
– Após análise me decido pelo caminho A.
– Mas ao iniciar o caminho A volto a pensar em algumas vantagens do caminho B, que não queria perder.
– Em dúvida, volto ao início e procuro o caminho B.
– Mas, nesse ponto, lembro que já havia escolhido o caminho A.
– Fico em dúvida à frente dos dois caminhos.

Há pessoas que ficam nessa situação a vida inteira. Até se darem conta de que “escolher é perder”. E a vida é feita de escolhas! Eis porque ressalto a importância de aceitar perder. É para desenvolver, crescer, ganhar.

Frequentemente, a “poda” é necessária para dar força e alimentar o potencial de possibilidades. Não podemos carregar tudo pela vida inteira. Temos que escolher, sempre.
No dia a dia pessoal e profissional sempre nos defrontamos com essa questão. Para caminhar pelos meandros administrativos, para conseguir a melhor negociação, para viabilizar uma ideia, para vencer, em última análise.

Decerto que temos que visualizar objetivos em médio prazo. O curto prazo é, por vezes, perigoso. Temos que agir rápido, com presteza, mas olhando para um horizonte mais longo. Entendendo onde essas ações nos levarão.

É sinal de maturidade, de habilidade e de sabedoria. E sinônimo de sucesso.

Experimente!

Fonte: Você aceita perder? | Portal Carreira & Sucesso

5 qualidades dos profissionais mais disputados por empresas

Perfil empreendedor é o mais buscado, segundo pesquisa do IDCE. Confira as características principais de quem empreende sendo funcionário

homem-jovem-executivo-sorriSão Paulo – Há algum tempo que não basta mais só ter conhecimento técnico para deslanchar na carreira. Com a economia dando sinais de desaceleração, o sucesso bate à porta de profissionais que se destacam pelo comportamento.

Pesquisa realizada pelo Instituto de Desenvolvimento de Conteúdo para Executivos (IDCE) mostra que as organizações estão de olho naquelas pessoas com perfil empreendedor, que se sentem parte (importante) do negócio.

“Os produtos hoje estão muito parecidos, a dificuldade das empresas é garantir um diferencial”, diz Fabricio Barbirato, diretor-executivo do IDCE. E é justamente essa diferenciação tão necessária no mercado atual que o empreendedorismo dos funcionários traz às empresas, segundo o especialista. “Mas a organização precisa estar aberta para isso também”, lembra Barbirato.

Mas o que o profissional empreendedor faz de diferente dos demais? É isso que EXAME.com foi perguntar ao diretor executivo do ICDE. Confira as 5 características principais:

1 Visão ampla do negócio

Um profundo interesse por todas as áreas de uma empresa é o primeiro aspecto de quem assume a posição de empreendedor sendo funcionário. “A primeira coisa é ter o conhecimento da empresa”, diz Barbirato.

Extravase os limites da sua baia. Procure conhecer resultados financeiros, produtos, o mercado em que atua, os clientes e os concorrentes da empresa em que você trabalha. “O ideal é conhecer globalmente para agir localmente”, diz Barbirato.

2 Tempo e vontade de ir além das suas atividades

Pessoas com perfil empreendedor não ficam restritas às atividades de rotina. Proativas, fazem as suas entregas obrigatórias e ainda encontram tempo para ir além. “Ele só pode pensar em fazer algo novo depois de fazer o que pedem para ele”, diz Barbirato.

3 Atitude

Pessoas que têm atitude geralmente se antecipam à demanda e por isso são tão disputadas pelas empresas. “É sempre tentar fazer algo diferente, antes do tempo”, diz Barbirato.

Vasculhar novos fornecedores, pensar e sugerir maneiras de melhorar os processos e procedimentos são exemplos de ações nesse sentido, que ajudam a empresa a conseguir diferenciais competitivos.

4 Espírito de liderança

Não é preciso ser chefe para se imbuir do espírito de liderança. “É mobilizar as pessoas para as atividades”, diz Barbirato. Profissionais assim gostam e são bons em inspirar colegas e engajar pessoas em projetos que vão gerar mais negócios para a empresa, de acordo com Barbirato.

5 Criatividade

Ninguém precisa ser genial para ser criativo. “A criatividade não necessariamente precisa ser inovadora também”, afirma Barbirato. Ajustes em processos, redução de custo e aumento de produtividade são fatores que, em conjunto, melhoram a performance da empresa. E todos eles surgem a partir de ideias.

Observação e inspiração contam muito neste processo de exercitar a mente e deixar o terreno fértil para o surgimento de novas maneiras de cumprir tarefas e processos. Além disso, é preciso também saber organizar e estruturas as ideias para colocá-las em prática. “É ter a ideia e pensar na implementação dela”, diz Barbirato.

FONTE: Exame.

Comércio eletrônico: Gerente de E-Commerce em alta

O consumo pela Internet está ficando cada vez mais sólido, principalmente em segmentos como eletroeletrônicos e moda. Percebendo esta tendência, as empresas estão migrando com força total para o meio digital com qualidade e estrutura, pois não adianta simplesmente estar na Internet sem conhecimento de atuação. Neste contexto, o gerente de e-commerce ganha importância, pois é o profissional que tem a visão sistêmica do site, da operação e do atendimento ao consumidor.

ecommerceA função do gerente de comércio eletrônico é gerir o desenvolvimento e implementação de estratégias de websites para vender produtos e serviços. De acordo com pesquisa desenvolvida pelo Programa de Estudos do Futuro (Profuturo), da Fundação Instituto de Administração, da Universidade de São Paulo, a profissão está entre as mais promissoras do mercado brasileiro em uma perspectiva até o ano de 2020. O levantamento foi realizado com dezenas de diretores de grandes empresas de todo o país.

“O gerente de e-commerce tem um olhar de 360º de toda a operação virtual da empresa, desde a parte de tecnologia de um site até a gestão de departamentos e pessoas”, explica Mauricio Salvador, sócio-fundador da Ecommerce SchoolSegundo Salvador, gerir pessoas também é uma competência necessária, pois o mercado de Internet é composto por profissionais jovens, em cargos antes inexistentes, como analista de marketing digital e de métricas. “São equipes jovens e que precisam de uma gestão motivadora e que incentive o desenvolvimento”, indica.

curso da Ecommerce School dá a visão de todas as disciplinas que envolvem o dia a dia da gestão do e-commerce, como ações, planejamentos e estratégias. A escola também oferece a oportunidade da prática do networking de forma muito rica, pois o aluno convive com colegas e professores inseridos no mercado de trabalho. “Somos o único curso no Brasil que oferece um selo certificado e reconhecido pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, o quadro de professores é formado por donos de empresas, autores de livros e estudiosos no assunto, e temos uma infraestrutura completa com salas de aula”, reforça Salvador.

O gerente de comércio eletrônico precisa ter agilidade e estar antenado nas tendências, pois o mercado digital é muito dinâmico e competitivo, com uma barreira de entrada muito baixa – hoje, qualquer pessoa tem recursos e pode abrir uma loja virtual. “O desenvolvimento da web e as melhores condições de acesso e segurança juntamente com a ascensão da classe média estão proporcionando um crescimento expressivo do comércio eletrônico, que se apresenta como uma grande oportunidade para profissionais preparados para atuar neste mercado”, contextualiza Tiago Sereza, gerente de integração da Catho Educação.

Maturidade do comércio eletrônico

O mercado brasileiro não para de crescer e a ascensão da classe C impulsiona as vendas pela Internet. As empresas perceberam esta oportunidade e vêm amadurecendo quando o assunto é vendas pela web. “No país, estima-se que existam mais de 83 milhões de usuários, o que demonstra a amplitude e o potencial do setor de comércio eletrônico que tem registrado índices de crescimento superiores a 30% nos últimos anos”, aponta Sereza.

Para o sócio-fundador da Ecommerce School, o Brasil não está tão atrás das grandes potencias mundiais. “A maior questão é a penetração da Internet na população, pois o consumidor brasileiro já é maduro o suficiente para saber comprar pelo meio virtual”, afirma.

Fonte: Comércio eletrônico: Gerente de E-Commerce em alta | Portal Carreira & Sucesso

Como ser criativo como Da Vinci

É interessante imaginar que em tempos de recursos escassos, grandes nomes da arte, filosofia, medicina, criavam e faziam acontecer em diversos âmbitos de suas carreiras.

Leonardodavinci-180x180Hoje se bate muito na tecla da criatividade, porém, observa-se uma paralisação criativa em meio a inúmeras oportunidades tecnológicas e interativas.

Um exemplo prático disso foi Leonardo da Vinci, que na história da cultura ocidental foi muito mais do que pintor, arquiteto, escultor, cientista, inventor, ou até mesmo autor de célebres obras como a Mona Lisa e a Última Ceia. Apaixonado pela investigação científica e pelas artes de um modo geral, sua curiosidade deixou um legado de possibilidades e caminhos para o desenvolvimento do pensamento criativo, uma vez que seus desenhos e textos indicavam um sentido de precisão nos detalhes e, ao mesmo tempo, sua força visionária, habilidades essenciais para qualquer profissional nos dias de hoje.

Para Maristela Guimarães André, consultora do Instituto KVT – Desenvolvimento da Consciência Empresarial, Leonardo da Vinci era um observador atento da natureza e dos fatos à sua volta. Embora nem sempre a execução de seus projetos produzisse os resultados desejados, o senso de utilidade associado à beleza estética indica seu modo peculiar de relacionar a inventividade de suas obras com a realidade a sua volta. “No processo criativo, ser seletivo e, ao mesmo tempo, experimentar novas maneiras de pensar, não é ficar meditando sobre o vazio, mas direcionar sua mente para se alimentar de novas informações e ideias, e também, direcioná-la para aquilo que de fato pode contribuir para a abertura das percepções e compreensões”, explica Maristela.

Qualquer ideia ou projeto começa primeiro dentro de nós, e nossas percepções, sensações e pensamentos são naturalmente vítimas dos nossos hábitos que diariamente enviam mensagens ao nosso cérebro sobre as vantagens de fazermos as coisas sempre do mesmo jeito.

Para mudar este cenário e aumentar o pensamento criativo, a consultora sugere que você:

– Planeje mudanças cotidianas sem perder o senso prático. Por exemplo, assista a outros telejornais, visite outros sites, mas selecione aqueles que podem ativar outras áreas da sua mente. Alimente sua mente com aquilo que agrega valor nutritivo para sua vida pessoal e profissional;

– Faça esboços, ou seja, visualize e anote as ideias, insights, sentimentos, impressões, e as sensações vivenciadas. Não fique atrelado apenas aos conhecimentos e informações do seu campo profissional, aos caminhos rotineiros do seu pensamento e ao “entulho” das ideias viciosas;

– Preste atenção aos detalhes e busque enxergá-los a partir de uma nova perspectiva. Ou seja, trabalhe conscientemente para tornar seu pensamento mais fluente e flexível, construindo um senso de harmonia entre o que vê e o que faz, canalizando sua energia para perceber a relação entre as partes e o todo a partir da situação e do momento presente.

“Leonardo da Vinci foi inovador quando introduziu na pintura o sfumato, a meia-luz vaporosa, criando um ambiente que atrai o nosso olhar, assim também cada um de nós pode transformar o universo de nossas percepções, ideias e pensamentos em algo criativo e atraente no nosso desempenho profissional”, conclui a consultora.

Fonte: Como ser criativo como Da Vinci | Portal Carreira & Sucesso

Quatro pilares para o sucesso

“Cabeça é o que faz a diferença entre o campeão e os outros.”(Arthur Zanetti, ouro nas argolas na Olimpíada de 2012)

Imagem-SucessoO Brasil derrotou a Espanha, de forma incontestável, na final da Copa das Confederações. Contudo, o resultado inverso também poderia ter ocorrido. Quais lições podemos extrair deste episódio em analogia com o mundo corporativo?

Seja no esporte ou em outros cenários, há quatro pilares fundamentais que norteiam a busca pelo almejado sucesso.

O primeiro pilar é o aspecto físico. Atletas precisam estar bem preparados fisicamente, o que demanda repouso adequado, alimentação funcional e condicionamento físico.

O segundo pilar é técnico, envolvendo desde a compreensão das regras do jogo até os constantes treinamentos para desenvolvimento de habilidades.

O terceiro pilar é tático e está relacionado à estratégia. Trata-se da maneira como um atleta planeja sua série pessoal, em um esporte individual, ou como um treinador organiza sua equipe, em um esporte coletivo, possibilitando, por exemplo, que um grupo com talentos individuais medianos suplante uma equipe formada por grandes craques.

Todavia, é o quarto e último pilar que faz toda a diferença: o aspecto psicológico. Foi ele que fez Diego Hypólito, bicampeão mundial de ginástica no solo, cair durante sua apresentação em duas Olimpíadas consecutivas. Foi ele que impulsionou a seleção canarinho ao som de mais de 70 mil pessoas, obscurecendo o entrosamento e o favoritismo dos espanhóis.

Esta semana, em um jogo pela Recopa Sul-Americana, o técnico do São Paulo Futebol Clube, Ney Franco, diante da derrota para a equipe do Corinthians, comentou: “Nosso posicionamento tático foi similar ao do adversário. Porém, cometemos muitos erros técnicos, em especial de passes e saídas de bola. Eu, enquanto treinador, não posso entrar em campo para dar um passe.” Ao dizer isso, ele transferiu a responsabilidade pela derrota do âmbito tático (atribuição do treinador) para o técnico (prerrogativa dos jogadores). Com isso, gerou um ambiente insustentável que levará certamente à sua demissão, pois psicologicamente não há mais clima emocional para a convivência harmoniosa entre comissão técnica e atletas.

No mundo empresarial, vale o mesmo princípio. A dimensão física é representada pelo ambiente corporativo, desde sua infraestrutura até a importante integração de um novo funcionário aos demais colaboradores quando de sua admissão. O fator técnico está simbolizado pela descrição do cargo e da função.  O tático, pelo sistema de gestão adotado pela empresa. E o psicológico, pelas atitudes, tanto de líderes quanto de liderados. Líderes que, tal qual Felipão, sabem desenvolver empatia e estabelecer conexão emocional com sua equipe, exercendo autoridade, porém sem recorrer ao autoritarismo. Liderados que se envolvem, que se comprometem, que se entregam integralmente, de forma espontânea, autêntica e apaixonada.

Um último exemplo, dentro do contexto da segurança no trabalho, área na qual milito. O aspecto físico é dado pelo uso de EPIs e EPCs (equipamentos de proteção individual e coletivo). O técnico, pelas normas e procedimentos estabelecidos pela área de medicina, saúde e segurança no trabalho, algumas vezes em sintonia com o RH da empresa. O tático, pela gestão de saúde e segurança ocupacional. Mas, novamente, é o aspecto psicológico que faz toda a diferença. Por isso, a busca pelo índice de zero acidente em uma organização passa pela sensibilização de todos os funcionários de modo que uma vez paramentados, treinados e orientados, assumam uma atitude protagonista capaz de contribuir para a segurança individual e coletiva no ambiente de trabalho.

Fonte: Quatro pilares para o sucesso | Portal Carreira & Sucesso

Por que não sou promovido a gerente?

Ser promovido à gerência é um caminho misterioso para muitos profissionais. Não entendem o que têm de fazer para que isso ocorra. Assim, adotam uma rotina disciplinada, fazem tudo que lhes mandam, são pontuais e procuram relacionar-se bem com todos os seus colegas. Mas, mesmo assim, a promoção não vem.

????????????????????????Para ser franco, é mais fácil falar sobre os motivos pelos quais alguém é promovido à gerência do que escrever sobre aqueles que impedem o profissional de chegar lá. Antes de escrever este artigo, fiz uma lista com dezenas de razões para um indivíduo não ser promovido. E tenho certeza de que outras poderiam ser mencionadas. Existem três delas que considero armadilhas muito comuns:

Fazer somente aquilo que lhe mandam ou pelo que é pago para fazer

A maioria dos indivíduos é treinada para ser empregada e, portanto, para fazer o que lhe mandam. Alguém assim dificilmente será promovido à gerência. Se você fizer apenas o que lhe ordenam, limitará muito sua carreira. Pois sua atitude será vista como algo positivo para a posição atual, mas um limitador para sua promoção. Esqueça o job description. Faça além, mostre que você não está interessado em ser mais um funcionário, mas alguém empenhado para que a companhia seja bem-sucedida.

Não tolerar frustrações

Alguém que não tem capacidade de lidar com adversidades não pode ser gerente. Afinal, não há nada que gere mais frustração do que ter de obter resultados por meio de pessoas. É exasperante ouvir reclamações e explicações de subordinados e, ao mesmo tempo, fazê-los realizar a tarefa com a qualidade esperada e dentro do prazo.

Além disso, existe a pressão dos níveis de cima. E, acredite, ser repreendido por um diretor é como ouvir uma canção de ninar depois que você sabe como um diretor é repreendido por um acionista. O próprio fato de a pessoa demonstrar frustração excessiva por não ter sido promovida já é um forte indicativo de que não consegue lidar bem com suas emoções. Também informa que a pessoa não consegue perceber o contexto da empresa que, por vezes, é complexo demais e resulta em lentas promoções. Você sabe esperar?

Não ter a imagem, o diálogo e a postura de um gerente

Se você quer ser gerente, a tradução disso é: na sua presença, os diretores vivem a experiência de que estão próximos a um gerente. Para que isso ocorra, você tem de ter a imagem, a fala e a postura de um gestor. Não adianta parecer um gerente apenas para seus colegas de trabalho ou para seu chefe, pois não são eles que promovem você a esse posto; são os diretores que o fazem! Claro que há influenciadores, e você deve conquistá-los também, mas, ao final, a palavra é dos diretores.

Para criar essa experiência, você deve estar atento à cultura da empresa. Em uma organização formal, vista-se de forma clássica. Mas, por exemplo, se sua companhia comercializa material para a prática de esportes radicais, não apareça de terno e gravata para trabalhar. Pense!

Seu diálogo deve ser pautado pelo resultado. Isto é, tudo que você faz tem de apresentar aumento de receita, redução de custo ou melhoria tangível de algum processo, produto ou serviço. Pois são essas as únicas ações para aumentar os resultados. Se você não consegue traduzir seu trabalho em uma dessas situações, não tem o diálogo de um gerente. Lembre-se de que ser gestor não significa ser o técnico dos técnicos; saber mais sobre uma especialidade não o torna candidato a gerente. Você precisa saber mais sobre o negócio da empresa e como contribuir com ele de forma decisiva ao gerir pessoas e operações.

Uma postura de gerente é proativa, mas respeita os relacionamentos e os níveis hierárquicos. É política e cumpre os propósitos da empresa, do departamento e das tarefas, sem causar danos a outras divisões. Ou seja, pensa no todo, e não apenas no setor em que trabalha.

Existem muitos outros fatores que impedem alguém de ser gerente, mas não fazer além do que é pago, frustrar-se com facilidade e ter uma imagem, fala e postura inadequadas são elementos contrários à sua promoção para um cargo tão importante.

Mude esses fatores, se desejar ser bem-sucedido. Vamos em frente!

Fonte: Por que não sou promovido a gerente? | Portal Carreira & Sucesso

Planeje a si próprio ainda na universidade!

Você já pensou em planejar sua carreira? Já pensou que um plano de marketing pessoal pode ser útil em vários âmbitos? Se você está em busca de um novo emprego, vai mudar de profissão, reorientar sua vida ou apenas deseja ascender profissionalmente, além de criatividade, trabalho em equipe, empreendedorismo, e tantas outras qualidades, planejar também é preciso.

leila-navarroFaria até um trocadilho com o poeta Fernando Pessoa, que diz: “Navegar é preciso, viver não é preciso”. Eu diria que planejar, sim, é mais do que preciso, é fundamental! Até para comprarmos um carro, um imóvel ou para fazer uma simples viagem, é preciso planejar, então, por que não planejar a si próprio? Se posicionar corretamente no mercado, colocar suas metas em prática, não desistir, reciclar-se e eleger uma tática infalível de marketing pessoal é um ótimo caminho para seu planejamento profissional.

O marketing pessoal é uma das chaves do sucesso para destacar-se entre os demais. O mercado está mais competitivo do que nunca. Embora a moda seja o benchmarking, em que copiam-se as práticas utilizadas pelos outros e que dão certo, acredito que inovar, cada um com seu talento, criar a sua marca, destacar-se dos demais, ainda será o trunfo do novo profissional. Você tem que quebrar o padrão para não quebrar o patrão!

Posicionar-se corretamente no mercado requer metas para alcançar seu prestígio profissional. Você deve valorizar aquilo que deseja para sua vida profissional e também pessoal, caracterizar seus pontos fortes, analisar qual a imagem que os outros fazem a seu respeito, enfim, definir sua missão e ser fiel aos seus princípios.

Após fazer essa análise de quem você realmente é, aonde quer chegar, como os outros o veem, você deve criar a sua tática de marketing pessoal, para alcançar aquilo que deseja, e colocar seu planejamento em ação.

Para isso analise bem aquilo que deseja mudar em você, utilize-se melhor de sua marca, sua vitrine pessoal, aposte em sua rede de relacionamentos, seja diplomático, abandone a reflexão e aprimore-se da ação, ganhe pessoas, comunique-se! E não desista, jamais! Lembre sempre aonde quer chegar e otimize sua autoestima! Pois, hoje quem é padrão, quem é igual a todos pode ser substituído a qualquer momento por um padrão mais barato. O que pode garantir resultados é você ser você mesmo.

Se você não sabe como começar o seu planejamento, faça o curso de Planejamento Estratégico Pessoal que o Portal Leila Navarro (www.leilanavarro.com.br) disponibliza para você, na seção cursos!  E recicle-se sempre. Aprender é um santo remédio! Boa sorte!

Leila Navarro é palestrante motivacional no Brasil e no exterior, autora de 14 livros, entre eles, Talento para ser feliz, Confiança, Qual é o seu lugar no mundo?, Talento à prova de crise. Saiba mais no www.leilanavarro.com.br

Fonte: Planeje a si próprio ainda na universidade! | Portal Carreira & Sucesso