Aprimoramento constante torna o profissional competitivo

Cursos de extensão alinhados às atividades do dia a dia são fundamentais para manter-se no mercado.

Por Rômulo Martins

desenvolvimentoAcompanhar as tendências do mercado na área de atuação é um compromisso do profissional que deseja agregar conhecimento e manter-se competitivo. É também uma forma de diferenciar-se de outros candidatos na busca por uma vaga de emprego.

“A necessidade de inovação hoje é constante. Não dá para imaginar um profissional, independente de sua formação, que não busque capacitar-se por meio de um curso específico”, alerta Cristiano Rosa, consultor e professor do curso de gestão em recursos humanos da Veris Faculdades.

Autor da metodologia OPEE (Orientação Profissional, Empregabilidade e Empreendedorismo), o consultor e psicólogo Leonardo Fraiman destaca que a atualização constante, além de ser uma exigência de mercado, é um patrimônio individual. “Um colaborador atualizado sabe lidar melhor com os desafios que surgem, com as novas tecnologias.”

Ao disputar uma vaga, cursos de extensão podem ainda ser um diferencial. Para as empresas, significa que o candidato se preocupa com o desenvolvimento profissional. Em muitos casos, são utilizados como critério de desempate em uma contratação. “Numa seleção em que há três finalistas, as empresas vão analisar itens como cursos de idiomas e de aprimoramento”, afirma Cristiano Rosa, da Veris Faculdades.

Rosa analisa o movimento natural de profissionais que se preocupam com a carreira. “Em áreas como tecnologia da informação, telecomunicações e engenharia profissionais buscam especialização motivados pela expansão do mercado brasileiro que começa a competir com o mercado internacional. Surgem novas tecnologias, o que requer novas aprendizagens.”

Pesquisa de mercado
Para decidir o curso de extensão, de aprimoramento ou até mesmo por uma especialização o profissional deve avaliar se a atividade está alinhada aos objetivos individuais, organizacionais e às tendências do mercado.

O consultor Leonardo Fraiman aponta para a necessidade de o profissional pesquisar a instituição que oferece o curso a fim de evitar perda de tempo e de dinheiro. “Qual a sua importância diante do mercado de trabalho, qual sua avaliação diante de publicações especializadas ou instituições reguladoras, quais profissionais passaram por ali, o que têm a dizer sobre o curso, quem são os professores que lecionam, qual a grade de ensino e/ou treinamento?.”

Outros fatores
Além de buscar profissionais antenados com as novidades, as empresas precisam de colaboradores dotados de habilidades comportamentais atreladas ao cargo e à cultura corporativa. Leia-se domínio da comunicação, espírito de liderança e de equipe, resiliência, capacidade de administrar o tempo, dentre outras.

“Autoconhecimento é fundamental”, diz o consultor Leonardo Fraiman. “Conhecendo-se melhor, o profissional sabe quais são suas habilidades, suas dificuldades, seus limites, ou seja, em que ponto tem maior facilidade e em qual precisa investir mais.”

Para Fraiman, a harmonia do profissional com a sua carreira e com o mundo depende ainda da busca pela informação. “O bom profissional precisa acompanhar jornais, revistas, sites com informações de qualidade, estar sintonizado com nomes de referência nas redes sociais. Além disso, ler bons livros, ver bons filmes, manter a bagagem cultural sempre aguçada.”

 

FONTE: Sua Carreira.

7 Dicas para encontrar o emprego ideal

Autoconhecimento e networking são fundamentais, mas é o mercado quem dá o tom na busca pela carreira dos sonhos.

Por Rômulo Martins

encontreUma organização estruturada que valoriza o profissional e investe em suas potencialidades, equiparada com uma política de cargos e salários definida e justa e um pacote de benefícios agressivo. É esta a empresa dos seus sonhos? Dedique-se, então, aos seus interesses o quanto antes. É o planejamento estratégico que conduz o profissional ao sucesso. Mas não se engane: quem dita as regras é o mercado. Portanto, é preciso adaptar-se às leis nem sempre justas do mundo corporativo. “O mercado de trabalho é complexo, não envolve simplesmente o que o profissional gosta de fazer. Toda empresa tem as suas regras que estão sujeitas a questões externas como a política e a economia”, explica Jaqueline Silveira Mascarenhas, coordenadora do Ibmec Carreiras.

Marion Caruso, consultora de recrutamento e seleção da Ricardo Xavier Recursos Humanos, ilustra que, na conjuntura atual, empresas que investem na preservação do meio ambiente, responsabilidade social e qualidade de vida dos seus colaboradores são bem vistas no mercado e, portanto, “ideais” para trabalhar. “Elas podem atender a estas especificações, porém, não estão imunes a mudanças de gestão ou localização. Um item apenas pode transformar o emprego dos sonhos em uma situação frustrante e insustentável”, alerta. Além disso, Marion destaca que referenciais de qualidade são subjetivos, particulares e situacionais. “Um profissional pode achar perfeito atuar em uma empresa pequena de ambiente acolhedor e definir esse quadro como ideal; ao passo que outro poderá avaliar oportunidades apenas em grandes empresas que possuem um ambiente mais burocrático e profissionalizado.”

Lia Fonseca, diretora executiva da Volare Recursos Humanos, define o que seria o trabalho dos sonhos. “É aquele que na maior parte do tempo o profissional realiza atividades prazerosas, já que faz o que gosta e faz bem porque sabe fazer. Quando há identidade com o trabalho e com a empresa há emprego ideal.”

Para ajudar você a encontrar o emprego desejado, as consultoras dão dicas valiosas e fundamentais. Confira.

1. Conheça-se
Todas as questões da vida passam pelo autoconhecimento. Quem não se conhece bem não sabe o que quer. Pode até chegar a algum lugar, mas não pelas próprias pernas. Provavelmente será empurrado ou engolido pelo mercado. Conhecer-se bem é saber quais são seus pontos fortes e fracos para aprimorá-los e desenvolvê-los.

2. Desenvolva-se
Competências comportamentais, hoje, têm o mesmo peso que as habilidades técnicas. As empresas buscam profissionais inovadores, flexíveis, que se comuniquem bem e saibam trabalhar em equipe. Dependendo da função, o profissional precisará aprimorar ou desenvolver habilidades. Quase sempre esse processo se dá na prática. Porém, quando as limitações são demasiado visíveis e prejudicam o trabalho é necessário recorrer a alguns recursos como a terapia e o coaching.

3. Conheça o mercado
Nunca foi tão simples e rápido ter acesso a informações. A internet é o principal instrumento, mas não o único. É válido ler o que os veículos de comunicação e publicações especializadas informam a respeito da carreira que você pretende seguir. Converse também com profissionais da área e questione sobre a rotina de trabalho. Fique de olho nas exigências de mercado. Hoje em dia, grande parte das empresas pede fluência em algum idioma, principalmente o inglês. Prepare-se.

4. Conheça a empresa
Comungar com os valores e a missão da empresa é primordial para realizar um bom trabalho e sentir-se satisfeito. Por isso, conheça a organização antes de aceitar propostas. O site corporativo, as publicações e o contato com profissionais que atuam ou atuaram na companhia ajudam.

5. Especialize-se
Visão macro, flexibilidade, domínio da comunicação e espírito de equipe são competências essenciais, mas as empresas precisam também de profissionais que dominem determinado tema. Assim, conhecer um assunto profundamente é, do mesmo modo, requisito básico. Além disso, o torna mais competitivo e pode lhe render um salário mais vantajoso.

6. Atualize-se
É preciso estar de olho nas tendências da profissão. Novos procedimentos e ferramentas surgem velozmente em todas as áreas. Busque cursos de qualidade e que realmente irão agregar valor ao seu trabalho. Quem não se atualiza para no tempo e corre o risco de sucumbir.

7. Faça networking
Estima-se que 80% das oportunidades profissionais não chegam ao público. Isso significa que a maioria dos postos são ocupados por indicação. Mas não adianta se fazer visto em todos os eventos corporativos ou inflar sua rede na internet. Networking é uma via de mão dupla. Você e o outro precisam comungar interesses. Construir uma rede de relacionamento profissional requer dedicação e paciência.

FONTE: Sua Carreira.

5 dicas para construir uma marca pessoal

Você sabia que é importante ter uma marca pessoal? Não? Então saiba como construir essa marca e ter uma carreira de sucesso.

marca-pessoal4Quando se está desempregado é comum ficar desesperado, pois é uma situação bastante preocupante, principalmente quando se tem contas a pagar.
Neste caso, a melhor coisa a fazer é investir em algo que lhe dê bons frutos para o futuro da sua carreira, por isso invista o seu tempo livre para buscar cursos gratuitos que complementem a sua profissão.

No momento em que se encontra desempregado é fundamental tentar construir sua marca pessoal, para assim conseguir uma nova oportunidade de emprego.

Dicas para construir uma marca pessoal

As cinco (5) dicas importantes para conseguir construir a sua marca pessoal, são :

1 – Acredite na sua capacidade : Se você não acreditar em sua capacidade profissional, fica difícil conseguir  vender-se como um candidato capaz, e confiante. É importante parar de se diminuir, e entender que você tem ótimas qualidades.

2 – Seu perfil na rede social : Você pode não acreditar, porém é verdade sim, quando se escuta  falar que os recrutadores ou gerentes de RH, visualizam os perfis nas redes sociais, por isso, tome muito cuidado com  o que publicar em seu nome, pois é uma das formas mais sabotadoras para destruir  a sua marca profissional.

3 – Faça Networking : Os eventos profissionais são ótimos para fazer Networking  ainda mais quando se está desempregado, nesse tipo de eventos é possível conhecer pessoas influente,s que poderão vir a  oferecerem uma boa oportunidade. Porém, antes de participar desses eventos procure saber quais são as empresas que irão participar, para saber qual o profissional que você deve procurar para trocar experiências.

4 – Valorize os outros : É comum que quando se está procurando por uma oportunidade, você queira ressaltar apenas as suas qualidades, porém nesse momento é melhor demonstrar que sabe valorizar os pontos positivos em outras pessoas.

5 – Entenda o momento de desistir : É importante que fique atento aos contatos profissionais, porém, se depois de algumas trocas de e-mails ou ligações, e não obtiver respostas do recrutador, é melhor se dedicar a uma nova busca de oportunidade.

Que tal trabalhar no Google? Você está preparado?

Projete um plano de evacuação para São Francisco. Como você organizaria um armário repleto de camisetas para encontrá-las facilmente. Quantas bolas de golfe cabem em um ônibus escolar?. Com perguntas deste tipo, os recrutadores do Google podem deixar muita gente por aí em uma saia justa na hora da entrevista de emprego.

 

você-é-inteligente-o-bastante-para-trabalhar-no-google (1)Você foi reduzido à altura de uma moeda de cinco centavos de dólar e jogado num liquidificador. Sua massa foi reduzida de tal maneira que sua densidade é a mesma de sempre. As lâminas entrarão em movimento em sessenta segundos. O que você faz?

Nesta obra, o autor  analisa mais de 70 questões como essa, de entrevistas extremamente difíceis e ardilosas, dissecando as respostas e ensinando os segredos do pensamento criativo.

Esse livro pode ser lido como um guia fascinante, divertido e indispensável por quem procura espaço no mercado de trabalho, por profissionais de RH que buscam avaliar seus critérios e métodos e por quem quer se manter atualizado. Mas também é feito sob medida para os fãs de enigmas lógicos, charadas matemáticas e quebra-cabeças insanos.

É leitura obrigatória para todos aqueles interessados em desafiar a capacidade do seu raciocínio e desenvolver o pensamento criativo.

Você é inteligente o bastante para trabalhar no Google? – Questões Impossíveis e Enigmas Lógicos Insanos Usados nas Entrevistas das Maiores Empresas do Mundo
Autor: Willian Poundstone
Editora: Zahar – 260 páginas – R$ 45,00

Fonte: Que tal trabalhar no Google? Você está preparado? | Portal Carreira & Sucesso

Quer ser promovido?

Saiba o que as empresas levam em conta na hora de definir quem irá ocupar um cargo. 

Por Rômulo Martins

promocaoTem uma vaga disponível na empresa e você terá de disputá-la com os colegas de trabalho. Será que levo vantagem por ter mais tempo de casa? Ou o meu colega pós-graduado com fluência no inglês tem mais chances? A resposta vai depender muito do tipo de empresa e do perfil requerido para a vaga. Mas uma coisa é certa: comportamento e espírito de liderança nunca foram quesitos tão importantes para quem deseja galgar posições.

“Os aspectos comportamentais são individuais e intransferíveis. A capacidade do indivíduo se relacionar com as pessoas, de obter resultados através de comportamentos nos quais ele respeita a si e o outro e de trabalhar em equipe, bem como características como a assertividade, a empatia e a percepção têm peso forte no momento de conquistar uma promoção”, diz Maria Eugênia Miranda Gutierrez, consultora da Muttare.

Estudo realizado recentemente pela Robert Half, companhia especializada em recrutamento, revelou que 30% dos executivos levam em consideração a capacidade gerencial do profissional na hora de promover. Segundo a pesquisa, 21% apontam o perfil comportamental como fator relevante e 15% a capacidade técnica. “Hoje o perfil pessoal é decisivo na hora de uma promoção. Não basta saber fazer. Para se destacar é preciso desenvolver outras capacidades como liderança, trabalho em equipe e transmissão de conhecimento”, diz Fabio Saad, gerente da divisão de mercado financeiro da Robert Half.

A estas características somam-se o domínio de pelo menos um idioma estrangeiro, preferencialmente o inglês, e das novas tecnologias, bem como a atualização profissional constante. Os “QIs” e o favoritismo ainda perduram, principalmente em empresas familiares, mas perdem força à medida que o mercado requer profissionais talentosos, dotado de competências, preparados para o novo. “O profissional que tem um bom relacionamento com o superior imediato é lembrado mais facilmente, mas se não tiver alicerce para sustentar o cargo e a sua equipe certamente não será indicado para uma promoção”, afirma Lia Fonseca, consultora You&YourCareer.

Efeito “CHA”
A Universidade de Harvard realizou uma pesquisa para descobrir como deve agir o indivíduo que quer crescer profissionalmente. Concluiu-se que os profissionais de sucesso diferenciam-se por ter as características do chamado efeito CHA – conhecimento, habilidade, atitude.

De acordo com o estudo, o conhecimento tem peso de 15%, as habilidades pessoais e específicas 35% e a atitude 50%. “A principal recomendação para quem quer crescer é: faça acontecer. Esteja atento ao seu redor, aprenda coisas novas, respeite as pessoas, controle o seu ego, tenha foco, seja organizado e planeje sua vida reservando sempre um tempinho para o inusitado”, orienta Carla Correia, consultora de recursos humanos.

Outro ingrediente indispensável para quem deseja ser promovido é a transparência nas relações. A promoção vai depender ainda do amadurecimento profissional, dos resultados alcançados a partir dos projetos desenvolvidos, dos requisitos técnicos para ocupar determinada vaga, de como o profissional lida com situações-problema e da imagem que a empresa e os funcionários têm dele.

Estar alinhado à cultura e aos valores da empresa também é fundamental. O profissional acomodado, arrogante, que pensa saber tudo e deseja galgar posições sem pensar no coletivo corre o risco de sucumbir. “Na vida profissional existe o momento de plantar e de colher. Nos primeiros anos você deve adquirir conhecimento e experiência, observar o outro, gerir projetos, atrever-se a tentar de novo de uma forma diferente. Quando estiver suficientemente amadurecido poderá desfrutar dos resultados plantados”, diz Maria Eugenia, da Muttare.

FONTE: Guia da Carreira.

Desenvolvimento profissional: 9 dicas

Sabemos que a era da inovação cobra dos seres humanos habilidades diferentes de outras épocas.  Crianças e adultos são bombardeados de informações e acabam vivendo o paradoxo da pós-modernidade, onde em meio a tantas possibilidades e informações não sabem como o que querem e, tão pouco, como devem se desenvolver.

Habilidades-180x180Empregadores valorizam as habilidades interculturais dos funcionários ao mesmo nível das qualificações formais no ambiente de trabalho, segundo um novo estudo global publicado pelo British Council, em parceria com a Booz Allen Hamilton e o Ipsos Public Affairs, e divulgado no Going Global 2013 – evento anual sobre educação superior realizado pelo British Council, que acontece em Dubai.

Segundo Clifford Young, diretor de Pesquisas Políticas e no Setor Público do Ipsos Public Affairs nos EUA, em um mundo cada vez mais globalizado, o mercado demanda mais que habilidades específicas. “Leitura, escrita e aritmética são apenas as condições necessárias para ingressar no mercado de trabalho. Agora, os funcionários precisam saber como trabalhar em equipe, comunicar-se e, mais importante ainda, uma vez que a força de trabalho torna-se cada vez mais itinerante, eles precisam ter habilidades de negociar em diferentes ambientes culturais e sociais”, explica Young.

Comportamento e desenvolvimento de habilidades

Neste contexto as empresas vêm investindo em ações para angariar profissionais com habilidades pertinentes ao novo cenário sociocultural, uma delas é a LEGO, que iniciou o “Laboratório de Habilidades para o futuro”.

Robério Esteves, diretor de operações da LEGO no Brasil, as brincadeiras são fundamentais para o desenvolvimento das crianças, para que elas se transformem em adultos mais completos em todos os sentidos. Neste sentido, ao brincarem as crianças desenvolvem uma série de habilidades e competências que serão muito importantes no futuro como: raciocínio lógico, senso de organização, trabalho em equipe e criatividade.

“O mais importante é a convergência das habilidades. No caso das crianças, percebe-se que aquelas que são mais estimuladas estão mais preparadas para enfrentar os desafios do futuro e, desta forma, devemos estar sempre atentos para os benefícios futuros proporcionados pelas ferramentas que dispomos para as crianças”, afirma Esteves.

Para Mariana Sarmento, gerente de RH para a América do Sul da Klüber Lubrication, para decifrar as habilidades é necessário olhar o ambiente interno e externo.  “Olhar para fora seria identificar quais as habilidades necessárias para o seu trabalho específico. Começar pelas habilidades básicas e evoluir para as habilidades de maior complexidade. Muito cuidado com as ditas “receitas prontas”. Estas podem ser armadilhas e o mercado está cheio disto: oferece soluções mágicas e muitas vezes não são aplicáveis para a sua realidade”, enfatiza Mariana.

Já olhar para dentro seria conhecer as próprias limitações e a partir desta análise, reforçar o que existe de positivo, naturalmente, e identificar quais habilidades precisam ser desenvolvidas.

9 Habilidades a serem desenvolvidas

A coordenadora da trendwatching.com, Luciana Stein, listou 9 habilidades que deverão ser desenvolvidas para o futuro, este tema entrou no relatório de tendências da empresa.

Autonomia:

A autonomia é um desejo emergente que se reflete na ascensão do empreendedorismo individual.  Dentro das empresas, a capacidade de decisão e gestão do próprio dia a dia, da semana, do mês – e da vida! – são fundamentais.

Senso de Aventura:

Cada vez mais, os profissionais têm de desenvolver a capacidade de lidar com as incertezas cotidianamente (e sem reclamar) e ir construindo as suas decisões e a sua trajetória profissional apostando nos valores que acreditam sabendo que existem poucas certezas tranquilizadoras. No ambiente cada vez mais dinâmico, a sua prontidão para decidir será essencial.

Sim, a maioria dos profissionais de hoje tem de ser capazes de conceber a ideia de trocar a asa do avião enquanto o avião voa, isto é ser capaz de ir construindo o caminho enquanto esta pisando nele. O profissional tem de suportar ir descobrindo as respostas no caminho.

Coma” o tempo que você vive:

Não importa em qual segmento você trabalha. A grande maioria dos profissionais habitam campos que são afetados por mudanças políticas, sociais, econômicas, culturais. Entender o cenário na qual sua profissão está inserida para antecipar as mudanças que poderão afetá-lo é fundamental.

Em seguida, desenvolver capacidades, produtos e serviços em sintonia com esse cenário, e antecipando-se a ele. Isso significa manter as suas antenas sempre ligadas. O tempo que você – além das experiências vividas por outras pessoas fornece valiosa matéria-prima para tomar muitas das decisões que são necessárias.

Curiosidade:

Curiosidade é um dos mais precisos instrumentos que você possui. Não a ignore, alimente-a.

Saia do senso comum:

Não alimente o senso comum, o mundo não anda precisando mais dele- pelo menos por enquanto.

Não responda as perguntas que você faz a si mesmo, ou as perguntas que seus colegas fazem usando o senso comum. Pesquise, encontre exceções ao comportamento médio. O que nos orienta na trendwatching.com não é o comportamento médio, são as dinâmicas que ocorrem ao redor do comportamento médio, que hoje são tão ou mais importantes do que a média.

Dedicação pessoal:

Escolha uma profissão na qual você não se importa em exercê-la nos finais de semanas.

Foque em você:

Tudo que você faz na sua vida profissional faz parte da sua vida. Todas as respostas que você dá aos seus colegas, a atenção e cuidado que coloca em um projeto. Não são para o projeto, não são para o seu chefe. São pra você.

Jogo e exposição:

Não faça do trabalho um jogo de ganhar e perder entre você e seus colegas.  Treine para não se sentir ameaçado no ambiente de trabalho. Aprenda a conversar sem ter que sair com o seu ponto de vista vencedor. Tenha coragem de conversar com honestidade e tenha claro que o custo de não se expor (uma ideia, um projeto) pode ser alto e que você só perceba daqui a alguns anos.

Mantenha uma rede saudável:

Quanto mais amigos você tiver, quanto mais redes pertencer, quanto mais informação você trocar, quanto mais disposto você estiver de cruzar barreiras socioculturais, mais chance terá de ser um profissional e pessoa mais interessante.

Fonte: Desenvolvimento profissional: 9 dicas | Portal Carreira & Sucesso

10 carreiras que ganharam destaque nos últimos anos

Com o advento de novas tecnologias e o crescimento do país, novas profissões estão ganhando destaque. Saiba quais são as 10 carreiras que mais se destacaram nos últimos anos.

certificacao-midias-sociais-carreira-timercado de trabalho no Brasil encontra-se aquecido nos últimos anos. Algumas profissões que antes eram desconhecidas vem ganhando destaque no mercado de trabalho do país. O recrutamento de profissionais cresceu cerca de 19% no último ano, e a expectativa é de que esse número continue aumentando.

As profissões que estão envolvidas com tecnologias são as que mais vem despontando no país. Saiba quais são as 10 carreiras que cresceram e ganharam destaque nos últimos anos:

Gerente de Trade Marketing

O Gerente de Trade Marketing tem o objetivo de melhorar seus produtos antes que eles cheguem ao consumidor final. Ele identifica quais são as tendências do mercado e como ele irá adequá-las ao gosto do cliente. Essa profissão ganhou destaque nos últimos, pois as mudanças que ocorrem com a venda dos produtos variam de acordo com a opinião dos clientes, sendo necessária uma maior análise dos mesmos e de suas preferências.

Gestor de Mídias Sociais

O profissional dessa área deve possuir conhecimentos práticos e teóricos sobre as mídias sociais. O cargo de Gestor de Mídias Sociais não exige um profissional formado em Tecnologia de Informação (TI), mas ele deve estar atento a todas as novidades tecnológicas.

Especialista na área de Mobile Marketing

As empresas, através dos dispositivos móveis, como celulares e smartphones, encontraram um meio de fazer publicidade para atrair mais consumidores. É neste cenário que o especialista em Mobile Marketing planeja ações de marketing, com o objetivo de fazer com o que seu produto esteja sempre presente com o cliente, mesmo ele não estando na frente do computador.

Engenheiro de segurança

O profissional dessa área usualmente tem formação em Engenharia de Software ou Ciência da Computação. Sua função na empresa é garantir a privacidade de informações digitais e do sistema interno da mesma. Ele deve conhecer as mais modernas tecnologias para que possa utilizá-las com o intuito de proteger a organização.

Desenvolvedor de aplicativos móveis

É uma nova função dos programadores de computador, onde o profissional deverá desenvolver aplicativos para dispositivos móveis, como smartphones. O programador se utiliza dos conceitos básicos da programação, porém com serviços mais sofisticados.

Arquiteto de dados

Para atuar nessa área o profissional deverá ser formado em Ciência da Computação ou Engenharia da Computação. Sua função é semelhante a função de todos os arquitetos, porém ele faz a estrutura das classes de informações do sistema, fazendo a estrutura de como os dados irão chegar ao sistema da empresa e, posteriormente, como serão alocados.

Gerente de sustentabilidade

Os consumidores estão cada vez mais atentos as responsabilidades sociais e ambientais das empresas. Organizações que não possuem comprometimento com o meio ambiente afastam seus clientes. Por isso o Gerente de Sustentabilidade passou a ter um papel tão estratégico nas empresas.

Cientista de dados

O Cientista de dados busca as informações que podem aumentar a lucratividade da empresa. Porém, essa captura de informações é feita em tempo real, sendo que a maioria delas não é estruturada. Com isso, o profissional dessa área deve tomar decisões diariamente, pois assim que os dados chegam ao sistema já necessitam ser analisados.

Gerente de atração de talentos

O Gerente de atração de talentos tem um papel estratégico no setor de Recursos Humanos dentro de uma organização. Sua função é criar métodos alternativos para atrair os melhores funcionários para determinada empresa.

Especialista em links patrocinados

O Especialista em links patrocinados deve possuir um perfil estratégico para dominar as ferramentas de links e um perfil criativo para elaborar campanhas que atraiam o público-alvo.

FONTE: Guia da Carreira.

Como fortalecer sua rede de contatos

Que o networking é um forte aliado na carreira, todo profissional sabe. Porém, alimentar e fortificar a rede de contatos de maneira sólida é o maior desafio neste sentido. De nada adianta ter centenas de pessoas adicionadas em redes sociais, ou espalhar cartões de visitas a esmo, se não existe foco e qualidade nos relacionamentos que estreitamos.

redecontatoInúmeros contatos negligenciados ao longo da carreira tornam-se frágeis e inconsistentes, e muitos se dão conta da importância do relacionamento profissional quando acabam desligados da empresa ou sofrem baixas no próprio negócio.

“A pessoa deve sempre procurar manter os relacionamentos vivos, oferecendo ajuda e mantendo o interesse em relação a assuntos da profissão. Deve ser uma relação mútua e natural, de modo que recorrer ao colega em um momento de dificuldade não se torne algo constrangedor ou forçado”, indica Walter Tamaki, diretor da Ventana Capital, especializada em gestão, renegociação e reestruturação de empresas.

Estreitar o relacionamento e ter foco

Praticar o networking é buscar indicações, pedir conselhos e trocar ideias sobre o mercado de trabalho – é um processo social com propósito profissional. O indivíduo deve ser assertivo e ir em busca da oportunidade com o foco certo. É necessário relacionar quem são as pessoas influentes, quais são as empresas que deve procurar, listar os contatos, colocar um plano de ação e organizar-se.

Confira, a seguir, algumas dicas de Walter Tamaki para você estreitar os relacionamentos:

  • Visite seus clientes e fornecedores. Está sem tempo? Organize-se! Interesse-se pelo que estão fazendo, descubra quais dificuldades estão tendo e auxilie-os.

 

  • Sonde o terreno, veja quem precisa de profissionais e indique pessoas. Mantenha contatos com todos, com os que procuravam e com aqueles que você indicou. Um dia você pode precisar deles.

 

  • Gere valor, faça muito além e, sempre que puder, desenvolva projetos em conjunto. Exponha-se. Como profissionais, a questão de ampliarmos nossos conhecimentos é sempre uma oportunidade bem vinda. Quando fazemos o mínimo, quando fazemos só a nossa parte, temos a ilusão de estarmos nos poupando, quando, na verdade, estamos deixando de investir para o futuro.

 

  • Se você sempre foi empregado e agora deseja abrir um negócio próprio, pode desconhecer coisas simples, como direitos e processos trabalhistas, encargos incidentes sobre produtos e serviços, como estabelecer preço etc. Se for o seu caso, desça do pedestal, abaixe a cabeça, visite e converse com os chefes ou gerentes desses setores em sua empresa. Além de aprender alguma coisa, você cria um relacionamento com alguém que pode te ajudar ou tirar uma dúvida no futuro.

Fonte: Como fortalecer sua rede de contatos | Portal Carreira & Sucesso

15 livros que ajudam a inspirar a criatividade no trabalho

De obras clássicas até textos voltadoss para o público infantil: confira uma seleção de livros essenciais para quem quer ser mais inovador

Para educar o olhar para a criatividade

size_590_homem-olha-lampadas-diferenSão Paulo – Regra básica para estimular a criatividade no cotidiano? Busque inspiração nas mais diversas fontes. Quanto mais improvável, melhor.

Foi com base nesta equação que pedimos para três especialistas em criatividade selecionarem algumas das obras essenciais para educar os olhos para perceber o mundo de uma maneira nova.

O resultado trouxe livros clássicos sobre inovação. Mas não só. Na lista, há de livros infantis até obras consideradas malditas no passado. Divirta-se.

FONTE: Exame.

Valorize seus pontos fortes e disfarce os pontos fracos

Utilizar a linguagem empresarial pode fazer diferença na entrevista de emprego

Por Rômulo Martins

entrevistaEm vez de triturar as unhas e sofrer palpitações, quando receber uma ligação solicitando o comparecimento a uma entrevista de emprego, corra até o computador e pesquise tudo sobre a empresa – caso você ainda não o tenha feito. Essa é a recomendação dos consultores organizacionais.

Nos sites corporativos podem estar as respostas para muitas de suas dúvidas, afirmam eles. Se você não conhece a companhia a qual se interessou pelo seu currículo, aí sim tem motivos para se preocupar. Outra dica é simular a entrevista com um amigo ou outro profissional de sua confiança. Fale sobre você e, ao final da apresentação, peça a opinião dele. Para amenizar o nervosismo e a ansiedade, é recomendado ainda chegar antes do horário marcado para a entrevista. É melhor chegar com uma hora de antecedência do que dez minutos depois. Durante a espera na recepção, você pode obter mais informações sobre a empresa e sentir o clima organizacional, apenas por meio da observação.

Na hora do processo seletivo olhe nos olhos do entrevistador e fique atento ao que ele fala. É o momento para colher pistas sobre o que o selecionador espera de você. Lembre-se: o bom desempenho em uma entrevista de emprego depende mais de você do que de qualquer pessoa. Esteja preparado para esta etapa. Vista-se formalmente, use cores neutras, cuidado com o cabelo e com a maquiagem carregada. Mas saiba que a seleção será feita com base no tipo de empresa, perfil para o cargo e percepções do entrevistador.

Pontos Fortes
Virou chavão. Na entrevista de emprego, certamente já lhe perguntaram: quais são os seus pontos fortes? Ao fazer esse questionamento, o selecionador quer saber se você se conhece bem. Mas, o que responder nessa hora? O diretor da área de desenvolvimento organizacional da Fellipelli, Ademir Rossi, e o professor Homero Amato, do Instituto Nacional de Pós-graduação (INPG), falaram a respeito:

  • Você deve dizer quais as competências mais fortes que possui, fundamentado (a) nas características mais relevantes para o cargo que está sendo disputado.
  • Você pode elencar também algumas características positivas com base nos valores e missão da empresa.
  • Desenvolva resumidamente a sua resposta. Explique, por exemplo, por que você se considera criativo citando exemplos reais em que este componente fez diferença em sua atividade profissional.
  • Utilize a linguagem corporativa. Segundo Ademir Rossi, da Fellipelli, a linguagem empresarial está fundamentada no que se entende por competências que, para Rossi, é o conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes transformado em resultados.
  • Não aponte características que as empresas já esperam que você tenha. Exemplo: pontualidade, facilidade para trabalhar em equipe.
  • Fale sobre qualidades fundamentais em sua área de atuação. Exemplo: se você trabalha na área de comunicação destaque o seu espírito inovador e criativo e comprove-o com exemplos reais.
  • Se você sente dificuldade para se comunicar o portfólio pode ser um recurso que vai facilitar a sua performance na entrevista. Enquanto fala sobre suas características peça permissão para apresentá-lo e mostre seus trabalhos. Além de facilitar a sua exposição, pode ser um diferencial e vai transmitir credibilidade. Não se esqueça de levar uma cópia do currículo para esta etapa.
  • Cuidado com o que você diz. Quando você compartilha algo que fez ou deixou de fazer revela componentes de sua conduta. Em outras fases do processo de seleção suas atitudes não podem contradizer o que foi falado na entrevista.

Pontos Fracos
Ao perguntar sobre os seus pontos fracos ou pontos a desenvolver o selecionador quer saber como você lida com as suas fragilidades. Veja o que os consultores contatados pelo Empregos.com.br falaram a respeito dessa questão.

  • Cite apenas um ponto fraco.
  • Não enfatize sua característica negativa, fale sobre o que você fez e está fazendo para superá-la.
  • Não diga que você é perfeccionista ou organizado em demasia. Isso são qualidades. Tampouco diga que é ansioso (a), uma vez que a maior parte das pessoas possui essa característica. Se você sabe controlar a sua ansiedade, não há motivo para apontá-la como um ponto fraco.
  • Mostre que você está consciente de sua fragilidade. Identificar um ponto fraco de modo seguro e explicar o que está fazendo para dirimir a dificuldade pode ser considerado um fator positivo. Revela maturidade.
  • Cada selecionador pode interpretar o que foi dito em uma entrevista de emprego de forma diferente. Portanto, um ponto fraco revelado nesta etapa do processo de seleção pode ou não eliminar o candidato, vai depender da empresa, cargo, entrevistador e da forma como você falou sobre o assunto.
  • Lembre-se: a entrevista é apenas uma das etapas do processo seletivo. Você será avaliado a todo o momento, por isso sua postura e atitude podem contar a favor ou contra em todas as fases do processo.

FONTE: Sua Carreira.